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Quatro pessoas morreram por causa da chuva que atingiu o Rio de Janeiro entre a noite dessa quarta-feira (14/2) e a madrugada desta quinta (15). Uma casa desabou na Rua Olina, em Quintino, na Zona Norte, provocando a morte de um homem e de uma mulher.

A terceira vítima é o policial militar (PM) Nilsimar Santos, de 48 anos. Ele dirigia pela Rua Recife, em Realengo, na Zona Oeste, quando foi atingido por uma árvore que caiu sobre o veículo.

A quarta morte confirmada foi a de um menino de 12 anos, depois que a casa dele desabou parcialmente em Casca Dura, Zona Norte.

Um novo trecho da ciclovia Tim Maia, entre São Conrado e Barra da Tijuca, afundou perto da saída do Túnel do Joá também em consequência das fortes chuvas. Funcionários da prefeitura do Rio dirigiram-se ao local, para interditar a via. Em 2016, uma ressaca derrubou um trecho da mesma área destinada ao ciclismo, matando duas pessoas. Desta vez, não há informações sobre vítimas.

Falta luz em parte da capital fluminense e há engarrafamentos nas principais vias expressas. Em consequência da chuva e dos fortes ventos, um dirigível caiu sobre a via férrea e interrompeu o tráfego de trens no ramal de Santa Cruz. A Avenida Brasil está com trânsito interrompido no sentido Centro, por causa da queda de uma árvore e de um painel publicitário, na altura de Ramos, na zona norte. A Linha Vermelha chegou a ter o trânsito interrompido, e a Linha Amarela está alagada, na altura da Abolição, na zona norte. Os BRTs Transcarioca e Transoeste operam com problemas.

Há informações sobre alagamentos e desabamentos. O 9º BPM, em Rocha Miranda, na zona norte, teve o pátio alagado, assim como diferentes trechos da cidade. O Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, zona oeste, também foi invadido pela água.