Tempestade Akará começa a perder força, mas imagens impressionam

Desde a tarde de terça-feira (20/2), a tempestade Akará começou a diminuir; e deve ficar mais fraca ainda nas próximas 24 horas

atualizado

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Tempestade Akará
1 de 1 Tempestade Akará - Foto: NOAA/Nasa

A tempestade tropical Akará começou a mostrar menos força desde a tarde de terça-feira (20/2). E os prognósticos apontados pela Marinha do Brasil indicam que o fenômeno vai diminuir ainda mais nas próximas 24 horas.

Por enquanto, continua em alto-mar, na costa do Rio Grande do Sul. Apesar de não atingir diretamente o continente, a tempestade resulta em ventos fortes no oceano, e o mar fica muito mais agitado.

Isso pode ser observado no litoral das regiões Sul e Sudeste.

Veja imagens feitas pela Nasa:

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Imagens foram feitas pela Nasa
Tempestade Akará começa a perder força
Tempestade afeta somente alto-mar
Havia o perigo de a tempestade de transformar em ciclone e furacão
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Havia o perigo de a tempestade de transformar em ciclone e furacão

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Tempestade Akará começa a perder força
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Tempestade Akará começa a perder força

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Tempestade afeta somente alto-mar
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Tempestade afeta somente alto-mar

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A expectativa é a de que a tempestade se transforme em uma depressão tropical.

A queda na força da Akará já era esperada porque em regiões oceânicas a temperatura da água é menor, segundo o site Climatempo. E as tempestades só se sustentam em sistemas de água quente.

Alerta para navegantes por causa de tempestade

A tempestade foi identificada pela Marinha ainda no domingo (18/2). A força militar emitiu um alerta para os navegantes em alto-mar. Os ventos podem chegar a 85 km/h, e as ondas, a cinco metros, em alto-mar.

É a terceira vez que um fenômeno desse tipo é identificado pela Marinha. Tempestades tropicais são raras no litoral brasileiro. Em 2019, houve a Iba e, em 2004, o Catarina, mas na época a Marinha ainda não nomeava os ciclones.

Antes de se transformar na tempestade Akará, o fenômeno era um ciclone subtropical na altura de Arraial do Cabo, no litoral do Rio de Janeiro, mas a cerca de 200 km de distância do continente.

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