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Brasil

Suplente de senadora ligava governo a financiadores golpistas, diz PF

Suplente da senadora Tereza Cristina (PP) atuou como uma espécie de ponte entre financiadores de atos golpistas e governo Bolsonaro

26/11/2024 18:33, atualizado 26/11/2024 22:17
Igo Estrela/Metrópoles
A senadora Tereza Cristina

O suplente da senadora Tereza Cristina (PP), que chegou a chefiar o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, atuou como uma ponte entre financiadores de manifestações antidemocráticas e o governo de Jair Bolsonaro (PL). 

Segundo a Polícia Federal (PF), as investigações concluíram que Aparecido Andrade Portela, conhecido como Tenente Portela, “atuou como um intermediário” entre a administração Bolsonaro e financiadores dos protestos em Brasília que moravam no Mato Grosso do Sul.

A PF aponta que Portela é amigo próximo de Bolsonaro, com quem serviu junto em Nioaque (MS) na década de 1970. O suplente de Tereza Cristina esteve no Palácio do Alvorada ao menos 13 vezes somente em dezembro de 2022.

Veja abaixo os núcleos da trama golpista:

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6 imagens
Núcleo de oficiais de alta patente com influência e apoio a outros núcleos
Núcleo de inteligência paralela
Núcleo Operacional de Apoio às Ações Golpistas
Núcleo Jurídico
Núcleo de Incitação Militar
Núcleo de desinformação e ataques ao sistema eleitoral
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Núcleo de desinformação e ataques ao sistema eleitoral

Arte/Metrópoles
Núcleo de oficiais de alta patente com influência e apoio a outros núcleos
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Núcleo de oficiais de alta patente com influência e apoio a outros núcleos

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Núcleo de inteligência paralela
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Núcleo de inteligência paralela

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Núcleo Operacional de Apoio às Ações Golpistas
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Núcleo Operacional de Apoio às Ações Golpistas

Arte/Metrópoles
Núcleo Jurídico
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Núcleo Jurídico

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Núcleo de Incitação Militar
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Núcleo de Incitação Militar

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Em uma mensagem cifrada enviada no dia 26 de dezembro de 2022, Portela chegou a cobrar Mauro Cid sobre a realização do “churrasco”, como o grupo costumava se referir ao golpe.

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Segundo o amigo contemporâneo de Bolsonaro na época do Exército, os financiadores dos atos antidemocráticos, chamados por Portela de “o pessoal que colaborou com a carne”, estavam cobrando que a ação saísse do papel.

Apesar da ligação com a trama golpista, que envolveu até mesmo a possibilidade de assassinar Lula, Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes, o Tenente Portela não foi incluído na lista de indiciados pela PF por tentativa de golpe de Estado.

O relatório final foi enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR) para análise da consistência das provas.

Bolsonaro e outros envolvidos no inquérito negam as acusações da PF. 

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O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, irritou bolsonaristas ao repostar aliado com Geraldo Alckmin
Ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno
Filipe Garcia Martins ao lado do Bolsonaro. Os dois são indiciados pela PF - Metrópoles
Jair Bolsonaro
Mario Fernandes foi secretário adjunto da Secretaria-Geral da Presidência no governo Bolsonaro
Valdemar da Costa Neto e Jair Bolsonaro são do PL
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Valdemar da Costa Neto e Jair Bolsonaro são do PL

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O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, irritou bolsonaristas ao repostar aliado com Geraldo Alckmin
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O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, irritou bolsonaristas ao repostar aliado com Geraldo Alckmin

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno
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Ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno

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Filipe Garcia Martins ao lado do Bolsonaro. Os dois são indiciados pela PF - Metrópoles
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Filipe Garcia Martins ao lado do Bolsonaro. Os dois são indiciados pela PF - Metrópoles

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Jair Bolsonaro
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Jair Bolsonaro

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Mario Fernandes foi secretário adjunto da Secretaria-Geral da Presidência no governo Bolsonaro
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Mario Fernandes foi secretário adjunto da Secretaria-Geral da Presidência no governo Bolsonaro

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General Mario Fernandes
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General Mario Fernandes

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