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Sites da Americanas e Submarino permanecem fora do ar

A Americanas S.A, empresa responsável pelas duas marcas, suspendeu as páginas após ter identificado um "acesso não autorizado"

Letícia Holanda21/02/2022 15:01
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Divulgação
lojas americanas

As lojas Americanas e Submarino estão com os sites fora do ar desde a madrugada de domingo (20/2). A Americanas S.A, mantenedora de ambas as marcas, alegou ter suspendido os endereços eletrônicos após constatar “acesso não autorizado”. A companhia afirma que está trabalhando em uma solução.

No sábado, quando a instabilidade nos portais teve início, a empresa fez um primeiro comunicado: “A Americanas informa que suspendeu preventivamente parte dos servidores do ambiente de e-commerce na madrugada deste sábado (19/02), assim que identificou risco de acesso não autorizado. Os ambientes foram normalizados às 15h16 e não há evidência de comprometimento das bases de dados”. 

Na manhã desta segunda (21/2), porém, as páginas mostravam um aviso de que o serviço estava indisponível em razão de uma “falha de DNS”.  Os sites foram atualizados um pouco mais tarde no mesmo dia com a seguinte mensagem: “A companhia informa que, por questões de segurança, suspendeu proativamente parte dos servidores do ambiente de e-commerce”.

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Aviso no site da Americanas sobre a instabilidade dos sites
Página do Submarino com aviso de que o site está fora do ar por "questões de segurança"
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Página do Submarino com aviso de que o site está fora do ar por "questões de segurança"

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Aviso no site da Americanas sobre a instabilidade dos sites
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Aviso no site da Americanas sobre a instabilidade dos sites

Reprodução

O problema também afetou os aplicativos, onde não é possível acessar produtos ou realizar compras.

A Americanas S.A explicou que “a companhia atua com recursos técnicos e especialistas para avaliar a extensão do evento e normalizar com segurança o ambiente de e-commerce o mais rápido possível. A companhia reitera que trabalha com rígidos protocolos para prevenir e mitigar riscos. As lojas físicas não tiveram suas atividades interrompidas e permanecem operando”.

O CEO da BigDataCorp, Thoran Rodrigues, formado em Engenharia da Computação, explica como o ataque afeta as duas marcas: “O primeiro e maior impacto dessas empresas é o financeiro, pois elas ficaram com a operação de venda parada por dois dias, ou seja, um período grande sem faturamento. Em segundo lugar, vem o impacto reputacional. Na internet, é sempre muito ruim ser uma empresa reconhecida como a que sofreu um ataque, um vazamento, ou que o site saiu do ar”.

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