Limpeza do Aeroporto Internacional de Brasília

Setor aéreo tem em julho melhor mês desde o início da pandemia

No sétimo mês do ano a diferença entre a quantidade de passageiros de 2020 e 2019 foi a menor desde abril

atualizado 27/08/2020 5:27

Limpeza do Aeroporto Internacional de BrasíliaDivulgação/Inframerica

A quantidade de passageiros em voos domésticos em julho foi a maior desde o início da pandemia de coronavírus, de acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) analisados pelo (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados do Metrópoles. Foram 1,6 milhão de pessoas viajando de avião no sétimo mês do ano, ante 888 mil em junho e 539 mil em maio.

Na comparação com os mesmos meses de 2019, julho foi o que mais se aproximou do desempenho do ano passado – mesmo assim, a distância ainda é imensa: 81,1% passageiros a menos neste ano. Em junho, a distância foi de 87,2%. A maior diferença foi verificada em abril, quando houve 94,6% viajantes aéreos domésticos a menos do que no quarto mês de 2019.

O gráfico a seguir mostra a quantidade de passageiros nos primeiros sete meses do ano em 2019 e 2010

Quando os dados são desagregados por aeroporto, o de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, é o que mais tem passageiros tanto em 2020 quanto em 2019. Foram 11,7 milhões entre janeiro e julho deste ano, 51% a menos do que no mesmo período do ano passado. Em seguida vem o de Congonhas, na capital paulista, com 4,7 milhões de embarques e desembarques (63% a menos do que em 2019).

O aeroporto de Brasília é o terceiro colocado, com 4,2 milhões de viajantes. Nesse caso, a queda foi de 56,2%. No quarto lugar houve uma mudança entre 2019 e 2020. Com o rearranjo da malha aérea por conta da pandemia de coronavírus, o aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), passou os aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro (RJ), e de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG).

Foram 3,3 milhões de pessoas embarcando ou desembarcando no aeroporto localizado no interior do estado de São Paulo. O número é 44,9% menor do que o registrado no mesmo período em 2019.

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