Anvisa analisa 6 pedidos de registro de teste para varíola dos macacos

Autarquia tem priorizado a análise de kits para diagnosticar a doença, uma vez que o sistema de saúde não conta com testes específicos

atualizado 11/08/2022 13:57

imagem de tubos de ensaio sinalizando resultado positivo para varíola dos macacos Vinícius Schmidt/Metrópoles

Até o momento, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu seis pedidos de registro de testes para detecção da varíola dos macacos. Áreas técnicas do órgão fazem a análise das solicitações.

A Anvisa tem priorizado a análise de kits para diagnósticos da doença, também conhecida como monkeypox, desde o fim de julho. A medida tem como objetivo agilizar o enfrentamento do vírus, já classificado pelo Ministério da Saúde com o nível mais alto de classificação para emergências de saúde, considerada “ameaça de relevância nacional com impacto sobre diferentes esferas de gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), exigindo uma ampla resposta governamental”.

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Os dois primeiros produtos a entrar com pedido foram os ensaios moleculares Viasure Monkeypox virus Real Time PCR Detection Kit, fabricado pela espanhola CerTest Biotec e o Monkeypox Virus Nucleic Acid Detection Kit, da chinesa Shanghai BioGerm Medical Technology Co. A autarquia analisou os testes de forma preliminar e aguarda retorno das empresas sobre informações solicitadas.

O também ensaio molecular Standard M10 MPX/OPX foi o terceiro a ser apresentado, com produção nacional pela Eco Diagnóstica, e está na fase de análise documental. Os dois pedidos mais recentes foram recebidos na quarta-feira (10/8). O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos Bio-Manguinhos enviou dois produtos: o Kit Molecular Monkeypox (MPXV) e o Kit Molecular 5Plex OPV/MPXV/VZV/MOCV/RP.

O outro é o primeiro teste rápido para detecção de antígeno, o Monkeypox Virus Antigen Rapid Test, também fabricado pela Shanghai BioGerm.

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