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Os bombeiros militares que atenderam a ocorrência de duas primas mortas soterradas em Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina, são os mesmos que salvaram uma criança de 9 anos que estava na cama com as vítimas. A operação emocionou até quem está acostumado a atuar em tragédias.
O subtenente Jorge Batista, de Balneário Camboriú, conta que ele e outros quatro colegas de equipe foram escalados para ajudar nas ocorrências de alagamentos na cidade vizinha, na noite de segunda-feira (19/12). Horas depois, por volta das 2h de terça (20/12), um chamado no bairro Monte Alegre mobilizou os militares.
Ao chegar, o grupo se deparou com o deslizamento de terra que destruiu parcialmente a casa localizada em um morro, ao lado de um barranco. Em um primeiro momento, sabendo da situação de risco, os profissionais cogitaram nem sequer começar o resgate. Até que ouviram a voz de uma criança. “Eram três jovens deitadas na cama. A menor delas estava no meio. Ela respondeu quando a gente chamou, e isso nos fez continuar. Se não tivesse respondido, teríamos desistido, tamanho era o risco”, relembra o subtenente.
“Ela segurava a minha mão e dizia: ‘Tio, vocês não vão me deixar aqui, né?! Falta muito? Está acabando?’. Eu prometi que tiraríamos ela”, emociona-se o bombeiro.
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