Quinta (4/12) é dia de Santa Bárbara, que morreu decapitada pelo pai

Santa Bárbara foi torturada e morta por se recusar a negar a fé cristã. Conheça sua história e a festa tradicional em Salvador, Bahia

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Multidão em Slvdor comemora Dia de Santa Bárbara - Metrópoles
1 de 1 Multidão em Slvdor comemora Dia de Santa Bárbara - Metrópoles - Foto: Reprodução Correio 24h

Neste 4 de dezembro, celebra-se o dia de Santa Bárbara, tida como a protetora de tempestades, raios, relâmpagos e trovões. Ela é considerada também a padroeira dos artilheiros, mineiros, bombeiros e todos que trabalham com fogo. Nas religiões de matriz africana, como o Candomblé e a Umbanda, Santa Bárbara é sincretizada como Iansã, orixá dos ventos, tempestades, trovões e guerra.

Em festa tradicional feita anualmente, o centro histórico de Salvador, na Bahia, é tomado pelos devotos de Santa Bárbara nesta quinta-feira (4/12). Antes mesmo das 8h, centenas de fiéis já se reuniram no Largo do Pelourinho pintando as ruas de vermelho, cor associada à santa.

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Neste 4 de dezembro celebra-se o dia de Santa Bárbara, tida como a protetora de tempestades, raios, relâmpagos e trovões
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Acredita-se que Santa Bárbara tenha nascido em Nicomédia, atual Turquia, no ano de 280. Ela se converteu ao cristianismo e por isso foi torturada em praça pública e morta, aos 37 anos, decapitada pelo próprio pai, Dióscoro. Ele mesmo a denunciou às autoridades romanas. Dióscoro, porém, teria morrido logo depois do assassinato da filha, quando um raio caiu sobre ele e o matou.

Dessa maneira, seu martírio e a recusa em abandonar sua fé até a morte fizeram com que Santa Bárbara fosse canonizada pela Igreja Católica. Nesse contexto, a santa também é invocada pela luta contra a violência e mortes de mulheres.

Festa tradicional baiana

Na Bahia, a tradicional festa de Santa Bárbara surgiu no Morgado de Santa Bárbara, no Comércio, onde Francisco e Andressa Lago construíram uma capela para a santa e faziam homenagens a ela sempre em 4 de dezembro. O local era antes um polo comercial com presença de africanos escravizados, segundo o Correio 24 horas, parceiro do Metrópoles.

Na capital baiana, o festejo ficou por muito tempo pouco conhecido, ofuscado pela festa da Conceição da Praia. Mas, em 1899, um incêndio atingiu a capela e a imagem da santa não foi danificada, foi quando as celebrações passaram para o mercado do morgado e para a Igreja do Corpo Santo. Depois que o mercado foi demolido, as missas se espalharam por igrejas do centro de Salvador.

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