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Brasil

Queiroga anuncia 3ª dose para idosos e profissionais de saúde

Ministro da Saúde fez o anúncio nesta quarta-feira (18/8), mas não informou quando a aplicação da dose de reforço terá início no Brasil

18/08/2021 15:10, atualizado 18/08/2021 16:02
Arthur Menescal/Metrópoles
Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga e o ministro de Relações Exteriores, Carlos França, falam com a imprensa após reunião no palácio do Itamaraty 5

Idosos e profissionais da saúde receberão a terceira dose da vacina contra a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga fez o anúncio nesta quarta-feira (18/8). Contudo, ele não informou quando a aplicação da dose de reforço começará no Brasil.

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“Estamos planejando para que, no momento que tivermos todos os dados científicos e tivermos o número de doses suficiente disponível, já orientar um reforço da vacina. Isso vale para todos os imunizantes. Para isso, nós precisamos de dados científicos, não vamos fazer isso baseado em opinião de especialista”, explicou o ministro.

Estudos

O titular da pasta ressaltou que o Ministério da Saúde encomendou um estudo para verificar a estratégia de terceira dose em pessoas que tomaram a Coronavac, fórmula produzida pelo Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo.

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também autorizou estudos de terceira dose das vacinas da Pfizer e AstraZeneca no Brasil.

“Sabemos que os idosos têm um sistema imunológico comprometido e por isso eles são mais vulneráveis. Pessoas que tomaram duas doses da vacina podem adoecer com a Covid, inclusive ter formas graves da doença. Mas se compararmos os que vacinaram com duas doses e aqueles que não vacinaram, o benefício da vacina é inconteste”, disse Queiroga.

Panorama

O Ministério da Saúde distribuiu 207,1 milhões de doses. Ao todo, 168,1 milhões de unidades de imunizantes já foram aplicadas – entre primeira, segunda e dose única, no caso da vacina da Janssen.

Desde o início da pandemia, o país registrou 20,4 milhões de casos de Covid-19 e 571 mil óbitos por complicações da doença.