Queda em metas de vacinação é preocupante, diz Ministério da Saúde

Com duas campanhas em andamento, a contra a gripe e a contra a Covid-19, Ministério da Saúde tenta atrair brasileiros aos postos de vacina

atualizado 14/04/2021 13:18

Vacinação no DFGustavo Moreno/Especial Metrópoles

A coordenadora substituta do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Adriana Lucena, admitiu, nesta quarta-feira (14/4), que o não cumprimento das metas de vacinação no Brasil é preocupante.

Com duas campanhas em andamento — a contra a gripe, iniciada na última segunda-feira (12/4), e a contra a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus — o Ministério da Saúde alerta para a necessidade da adesão popular.

“Há vários anos, nós temos queda no alcance das metas de vacinação. Precisamos informar cada vez mais. Vacinas são eficazes e seguras, e são capazes de proteger as pessoas”, ressalta.

Ela emenda: “A vacinação tem vários aspectos dentro da história do PNI. Nossa estratégia é trazer a informação simples e direta de que é preciso se vacinar. A vacinação é a única ferramenta para o controle de diversas doenças”, ressalta.

Adriana usa como exemplo a imunização contra a gripe. “Temos as crianças como as principais disseminadoras do vírus e do risco de agravamento em caso de adoecimento, grupo que não está alcançando a meta de vacinação”, alerta.

As declarações foram dadas durante o lançamento de uma campanha nacional que reúne especialistas, farmacêuticas e órgãos governamentais na defesa da eficácia e segurança de vacinas.

O principal alerta, neste primeiro momento, é a necessidade da imunização de crianças (entre 6 meses e menores de 6 anos) contra a gripe. Esse público é considerado um dos principais disseminadores do vírus.

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