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Brasil

PSol quer que STF apure atuação de parlamentares em atos terroristas

Partido pediu a inclusão de 11 parlamentares, entre senadores, deputados federais e estaduais, na investigação dos atos antidemocráticos

11/01/2023 14:51
Hugo Barreto/Metrópoles
PSol quer que STF apure atuação de parlamentares em atos terroristas

O Partido Socialismo e Liberdade (PSol) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que 11 parlamentares sejam incluídos no inquérito que investiga os atos antidemocráticos em Brasília. A sigla argumenta que os congressistas apoiaram, por meio das redes sociais, as ações terroristas.

Entre os parlamentares apontados pelo partido para a investigação, estão nomes importantes ligados diretamente ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

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Magno Malta (PL), que chegou a ser cogitado como vice de Bolsonaro nas eleições de 2018, é o único membro do Senado na lista. No último pleito, foi eleito senador por Espírito Santo com mais de 821 mil votos.

O ex-líder do governo Bolsonaro na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP), também foi incluído na lista por estimular os atos que deixaram um rastro de destruição em Brasília.

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Entre deputados federais estão: Carlos Jordy (PL), Silvia Waiãí (PL), José Medeiros (PL) e Coronel Tadeu (PL), André Fernandes (PL), Clarissa Tércio (PP). Júnior Tércio (PP), Sargento Rodrigues (PL) e Ana Campagnolo (PL), ambos deputados estaduais, encerram a lista.

A ação pede a responsabilização dos parlamentares por “abolição violenta do Estado de Direito, golpe e interrupção do processo eleitoral”. Além da quebra de sigilo telefônico e telemático, o PSol pediu a suspensão das redes sociais dos congressistas e a apreensão de passaportes.