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Brasil

Projeto do novo IR pode ficar para setembro ou dezembro, diz Lira

O ex-presidente da Casa Baixa disse que ainda não encontrou "clima político para votar a proposta em plenário"

Evellyn Paola12/08/2025 14:49, atualizado 12/08/2025 16:29
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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Arthur Lira comprou mansão de R$ 10 milhões após deixar presidência da Câmara dos Deputados

O deputado federal Arthur Lira (PP-AL) declarou nesta terça-feira (12/8) que o novo Projeto de Lei 1.087/2025 da isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil pode ficar para setembro ou dezembro, a depender “das variações de sugestões de proposta”.

O ex-presidente da Casa Baixa apresentou o relatório do projeto em 10 de julho. Seguiu para uma Comissão Especial a foi aprovado uma semana depois, em 16 de julho. A votação foi simbólica – quando não há registro nominal de votos.

Em almoço com deputados da FPE (Frente Parlamentar do Empreendedorismo), o ex-presidente da Câmara disse que ainda não encontrou “clima político para votar a proposta em plenário”.

“A semana de retorno dos trabalhos da Câmara não foi uma semana qualquer. Vamos esperar como é que vai ser hoje a reunião de líderes, a discussão das pautas dessa semana para que a gente tenha um horizonte de discussão”, afirmou.

Lira cobrou que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhe o projeto “da melhor forma possível”. Falou ainda sobre o rito que tramita o projeto. “Mais uma vez, reprisando que uma coisa é na comissão. Outra coisa é em uma comissão tanto permanente, quanto temporária, quanto especial”, disse.

Segundo o deputado alagoano, não há prejuízo se a Medida Provisória (MP) for aprovada antes do PL -isso se não houver mudanças em relação à Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), ambos títulos de renda fixa.

“A MP está com comissão criada, tem relator definido, tem presidente definido. É uma MP que não é fácil de aprovação, vocês sabem disso, em muitas situações. Se houver uma emenda de algum assunto que entre no PL, no plenário, que esteja sendo tratado na MP, se for aprovado, eu não

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