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Brasil

Professora é presa no Amazonas por explorar sexualmente a própria filha

Professora é investigada pelos crimes de estupro de vulnerável, aliciamento, divulgação, armazenamento e exploração sexual

08/05/2026 22:46, atualizado 08/05/2026 23:18
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Divulgação/PC-AM
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A Polícia Civil do Amazonas (PCAM) prendeu, nesta sexta-feira (8/5), em Envira (AM), cidade que fica a 1.208 km de Manaus, uma professora suspeita de explorar sexualmente a própria filha.

A professora é investigada pelos crimes de estupro de vulnerável, aliciamento, divulgação, armazenamento e exploração sexual.

A polícia cumpriu mandados de prisão temporária e de busca e apreensão que resultaram no recolhimento de dois celulares e um notebook. A professora foi presa na comunidade Três Irmãos, zona rural do município.

De acordo com o delegado-geral da PCAM, Bruno Fraga, a denúncia foi recebida por meio da Polícia Civil do Estado de São Paulo (PCSP) durante a Operação Predador Digital, realizada na cidade de Andradina, no interior paulista.

As informações indicavam que um caso de abuso infantil estava em andamento no Amazonas.

“As diligências foram iniciadas imediatamente pelo Departamento de Inteligência de Polícia Civil (DIPC), que conseguiu identificar a autora, residente em Envira. A equipe da 66ª DIP foi até o endereço da suspeita, mas constatou que ela estava em uma comunidade rural, localizada a mais de três horas de barco da sede do município”, detalhou Fraga.

As investigações da polícia começaram em São Paulo após uma denúncia indicar que um homem estaria aliciando mulheres para a prática de atos libidinosos envolvendo menores de idade.

Com base nas informações levantadas, a Polícia Civil cumpriu mandado de busca e apreensão na residência do investigado em Castilho (SP), onde foram encontrados diversos materiais contendo pornografia infantil.

“A partir de diligências investigativas, foram identificados elementos probatórios que evidenciaram a participação de outras investigadas na produção e no compartilhamento desse conteúdo. Diante dos indícios de autoria e materialidade reunidos durante as investigações, foi representada à Justiça pela prisão temporária da investigada”, explicou o delegado.

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