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Brasil

Por reforma tributária, Arthur Lira autoriza votação remota até sexta

Parlamentares poderão registrar presença e voto de forma semipresencial, por meio do aplicativo Infoleg. Tributária será votada nesta quinta

06/07/2023 15:02, atualizado 06/07/2023 15:16
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Vinícius Schmidt/Metrópoles
Imagem colorida do presidente da Câmara, Arthur Lira - Metrópoles

Em ato publicado na tarde desta quinta-feira (6/7), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), dispensou registro biométrico até sexta-feira (7/7) nas sessões da Casa. Os parlamentares poderão registrar presença e voto de forma semipresencial, por meio do aplicativo Infoleg.

A liberação ocorre em meio à tentativa de Lira de aprovar o texto da reforma tributária, que teve discussão inciada na quarta-feira (5/7). A votação está prevista para esta quinta, no fim do dia.

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O presidente da Câmara visa garantir que as sessões de quinta e sexta tenham quórum suficiente para aprovar o texto. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) enviada pelo governo ao Congresso Nacional precisa ao menos 308 votos favoráveis para ser chancelada e enviada ao Senado.

“O registro biométrico de que trata o caput deste artigo será dispensado nas sessões e reuniões deliberativas convocadas para segundas e sextas-feiras e também para os dias 6 e 7 de julho de 2023, sendo permitido aos parlamentares nessas ocasiões o registro de presença e a votação das matérias constantes da ordem do dia das sessões ou da pauta das reuniões pelo aplicativo lnfoleg”, consta no ato.

Caso seja aprovada, a reforma tributária se tornará um dos marcos da gestão de Lira na presidência da Câmara. Isso porque a discussão sobre o tema corre no Congresso Nacional há quase 20 anos, mas as Casas Legislativas nunca chegaram a um entendimento.

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Deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) durante sessão no Plenário da Câmara
A assessoria de imprensa de Aguinaldo Ribeiro informou à reportagem que Solange "desempenhou as funções parlamentares, a que era demandada e, no momento em que foi entendido pela irregularidade da acumulação dos cargos públicos o deputado federal Aguinaldo Ribeiro exonerou a antiga servidora".
Relator da reforma tributária, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) apresenta novo relatório
Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados
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Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados

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Deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) durante sessão no Plenário da Câmara
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Deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) durante sessão no Plenário da Câmara

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A assessoria de imprensa de Aguinaldo Ribeiro informou à reportagem que Solange "desempenhou as funções parlamentares, a que era demandada e, no momento em que foi entendido pela irregularidade da acumulação dos cargos públicos o deputado federal Aguinaldo Ribeiro exonerou a antiga servidora".
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A assessoria de imprensa de Aguinaldo Ribeiro informou à reportagem que Solange "desempenhou as funções parlamentares, a que era demandada e, no momento em que foi entendido pela irregularidade da acumulação dos cargos públicos o deputado federal Aguinaldo Ribeiro exonerou a antiga servidora".

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Relator da reforma tributária, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) apresenta novo relatório
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Relator da reforma tributária, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) apresenta novo relatório

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A reforma

Entre os principais pontos da reforma tributária enviada ao Congresso pelo governo Lula, está a criação de um único imposto sobre consumo. A proposta cria o Imposto de Valor Agregado (IVA) dual, com duas frentes de cobrança para substituir cinco tributos.

Pelo modelo, os tributos federais (IPI e PIS Cofins) seriam substituídos por uma frente chamada Contribuição Sobre Bens e Serviços (CBS). Já os impostos estadual (ICMS) e municipal (ISS) seriam substituídos pelo Imposto Sobre Bens e Serviços (IBS).

Outro trecho da reforma estabelece a criação de um Conselho Federativo, formado por representantes de estados e municípios, que seria responsável pela arrecadação do IBS e por repassá-lo aos entes federativos.

Veja os principais pontos da reforma tributária.