Richa envia recado virtual à mãe: “Eles ainda vão lhe pedir desculpas”

Ex-governador do Paraná ainda disse nas redes sociais que os responsáveis por prendê-lo querem atingir sua candidatura ao Senado

atualizado

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Ricardo Almeida / ANPr
Governador Beto Richa
1 de 1 Governador Beto Richa - Foto: Ricardo Almeida / ANPr

O ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) disse que foi vítima de “um ato de violência, cujo viés político é muito claro”. Alvo maior da Operação Radiopatrulha – investigação do Ministério Público do estado que o levou à prisão por quatro dias, na semana passada, e vasculhou a casa da sua mãe –, o tucano gravou em sua página no Facebook uma declaração: “Querem atingir minha candidatura ao Senado”.

No fim da mensagem postada na rede social, o político se dirige à mãe, Arlete Vilela Richa. “Minha mãe, fique certa. Eles ainda vão lhe pedir desculpas. Porque a minha luta os levará a isso. Sou candidato. Eleito ou não, eu vencerei essa batalha porque estou com a verdade”, afirmou.

“Vocês esperam que eu diga o que costumam dizer todas as pessoas  acusadas, justa ou injustamente: sou inocente. Eu vou fazer de modo diferente. É a Justiça que vai reconhecer a minha inocência”, disse Richa.

O tucano foi preso pelos promotores do Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado, braço do Ministério Público do Estado, na manhã de terça-feira passada (11/9), por ordem do juiz Fernando Fischer, da 13ª Vara Criminal de Curitiba. Ele também mandou prender a mulher do tucano, Fernanda; um de seus irmãos – José Richa Filho, o Pepe Richa –, e ainda seu braço direito, Deonilson Roldo.

No mesmo dia da deflagração da Radiopatrulha, a Operação Lava Jato, por ordem do juiz federal Sérgio Moro, fez buscas na residência e no escritório de Beto Richa, no âmbito de outra investigação sobre supostas propinas da empreiteira Odebrecht em contrato de duplicação da PR-323, no interior do Paraná.

A prisão de Richa na Operação Radiopatrulha tinha caráter temporário, por cinco dias. Na sexta-feira (14), o juiz Fernando Fischer transformou a custódia do tucano em preventiva, sem prazo para terminar, mas logo depois, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo, mandou soltar o ex-governador.

“O que aconteceu comigo, com a minha mulher, Fernanda, com o meu irmão José Richa Filho constitui, como reconheceu o próprio Supremo Tribunal Federal, um ato de violência, cujo viés político é muito claro”, afirmou o ex-governador.

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