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Política

Para Manuela, morte de capoeirista reflete a "intolerância" do país

Vice de Fernando Haddad lamenta, na rede social, assassinato de Moa do Katende, com 12 facadas, por um eleitor de Jair Bolsonaro

08/10/2018 14:11, atualizado 08/10/2018 14:16
Gabriel Foster / Metrópoles
Para Manuela, morte de capoeirista reflete a “intolerância” do país

Em suas redes sociais, a candidata à vice-Presidência na chapa de Fernando Haddad (PT), Manuela D’Ávila, lamentou a morte do mestre de capoeira conhecido como Moa do Katende. Ele foi assassinado com 12 facadas, após dizer que votou no PT. Para a deputada federal, o episódio foi um “quadro da intolerância e do ódio”.

“Mestre Moa foi morto em Salvador, com 12 facadas, por um declarado eleitor de Bolsonaro. Foi morto porque pensava diferente de quem o assassinou. Era defensor da cultura e dos negros e negras e lutava por qualidade de vida para quem mais precisava”, desabafou Manuela, no Twitter.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Estado da Bahia (SSP-BA), o autor do crime, que teria começado a discussão, manifestou aos gritos seu apoio a Jair Bolsonaro (PSL). Ao se irritar com o comentário do mestre de capoeira, de que ali as pessoas preferiam o Partido dos Trabalhadores, ele o matou.

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Nas redes sociais, amigos e parentes lamentaram a violenta morte de Moa do Katende. Um dos posts diz que “guerrido defensor da cultura e do povo negro, sempre a frente pela qualidade de vida da população mais pobre e desfavorecida fará muita falta”.