Onyx encontra com Alcolumbre para discutir “pacto dos três Poderes”

Após encontro com o presidente Jair Bolsonaro (PSL) neste domingo, o ministro foi à casa oficial do presidente do Senado

atualizado 09/06/2019 17:09

Andre Borges/Esp. Metrópoles

O ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Onyx Lorenzoni, encontrou com o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), neste domingo (09/06/2019), na residência oficial do senador. Mais cedo, Onyx já havia comentado que teria reuniões com Alcolumbre e com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) para discutir o que ficou conhecido como “pacto dos três Poderes”. Acompanhado de familiares, o ministro disse à imprensa que “domingo é dia de família” e que “já havia falado tudo pela manhã”.

Na manhã deste domingo, o ministro encontrou com o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL),  na residência oficial da Granja do Torto, para falar sobre o pacto. Na ocasião, Onyx disse a jornalistas que o chefe do Executivo “releu o pacto” e “fez algumas sugestões”.

Segundo Onyx, o presidente Jair Bolsonaro está preocupado em buscar um “grande entendimento” para que o país possa sair da crise.

“O pacto é um grande acordo no sentido de fazer com que, de maneira harmônica, os Poderes possam atuar e trabalhar, cada um dentro da sua especificidade, sem haver interferência nenhuma de um poder no outro, no sentido de, juntos, fazermos um esforço nacional de resgatar o Brasil desse momento difícil”, completou.

Onyx disse ainda que irá se reunir nesta segunda-feira (10/06/2019) com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, para falar sobre o assunto.

Adiada
Sem acordo sobre o conteúdo da proposta, o Palácio do Planalto decidiu adiar a cerimônia de um protocolo com a assinatura dos chefes dos três Poderes, que estava prevista para esta segunda-feira (10/06/2019).

O principal motivo para o adiamento se deve ao formato do documento em defesa das reformas, que, na visão de Rodrigo Maia, acabou rotulado como “pauta do governo”.

O texto também sofre resistências de líderes de partidos. Além disso, a participação de Dias Toffoli tem sido alvo de críticas porque, na avaliação de alguns magistrados, fere a autonomia do Judiciário. Diante das divergências, o Planalto resolveu suspender, por tempo indeterminado, a divulgação do “Pacto pelo Brasil”, como foi batizada a iniciativa.

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