“Não sou malvadão”, diz Bolsonaro sobre aumentos da gasolina

Na segunda-feira (25/10), a Petrobras anunciou mais um aumento nos preços da gasolina e do diesel nas refinarias

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Bolsonaro, Fux e Pacheco durante Cerimônia de Sanção do Projeto de Lei que cria o Tribunal Regional Federal da 6ª Região
1 de 1 Bolsonaro, Fux e Pacheco durante Cerimônia de Sanção do Projeto de Lei que cria o Tribunal Regional Federal da 6ª Região - Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse, nesta quarta-feira (27/10), que não é “malvadão” e nem culpado pelo aumento nos preços da gasolina e do gás de cozinha. A declaração foi dada em entrevista ao programa Pânico, da rádio Jovem Pan.

Além da alta do dólar e do petróleo no exterior, o presidente costuma acusar os governadores de terem responsabilidade pelos reajustes. Bolsonaro afirma que os gestores tentam lucrar com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é um tributo estadual.

“Pessoal fala: ‘Presidente, tá cara a gasolina, tá caro o gás, os alimentos subiram de preço’. Eu não sou o ‘malvadão’, gostaria que nada disso tivesse acontecendo, mas temos que olhar o mundo. Por que chegamos a esse ponto? O que estamos fazendo?”, indagou Bolsonaro.

“O Brasil na pandemia é um dos que menos está sofrendo. […] Alguns acham que trocar o presidente resolve o assunto, se for pra trocar o presidente, troca no ano que vem, sem problema nenhum e cada um vai fazer sua parte. Agora, cuidado com as facilidades”, declarou o chefe do Executivo federal.

O presidente reclama de críticas que, segundo ele, sofre por causa das altas seguidas nos valores dos combustíveis. Desde a semana passada, Bolsonaro insiste na ideia de privatizar a Petrobras. No início do seu mandato, o presidente negava a possibilidade. Mais cedo, durante entrevista à mesma emissora, ele disse que a estatal só dá dor de cabeça.

Na segunda-feira (25/10), a Petrobras anunciou mais um aumento nos preços da gasolina e do diesel vendidos nas refinarias. Foi a segunda alta em menos de um mês. Com 15 reajustes no valor do litro da gasolina (11 para cima e quatro para baixo), o combustível acumula alta de 73,4% apenas neste ano. O preço médio de venda passou, a partir de terça-feira (26/10), de R$ 2,98 para R$ 3,19, alta de 7,04%.

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