Ministro Augusto Nardes: 7 de Setembro mostrou liderança de Bolsonaro

Augusto Nardes é um dos 11 ministros da Corte de Contas e produtor rural. Ele participou de agenda com Bolsonaro nesta sexta, em Minas

atualizado 17/09/2021 12:19

Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

Enviada a Arinos (MG) – O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Augusto Nardes elogiou, nesta sexta-feira (17/9), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pelos atos de 7 de Setembro. Nardes participou, em Arinos (MG), do lançamento do projeto Pró-Águas Urucuia, que visa a recuperação do rio, ao lado de autoridades regionais.

“Eu não estou aqui como ministro, estou aqui como produtor rural, mas o ato de 7 de Setembro, com mais de 30 milhões de brasileiros, mostrou a sua liderança”, disse Augusto Nardes, ao presidente, durante discurso. O magistrado está no tribunal desde 2005 e foi nomeado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No último dia 7, apoiadores de Bolsonaro fizeram atos em Brasília e em São Paulo em defesa do governo federal. Os atos foram marcados pela defesa do fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Congresso Nacional. Alguns grupos ainda defenderam intervenção militar, o que é inconstitucional.

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Quadro técnico

Nesta sexta, Nardes, que foi o responsável pelo convite de Bolsonaro à região, ainda elogiou o chefe do Executivo federal pela escolha de “quadros técnicos” nos ministérios. Natural do Rio Grande do Sul, Nardes já foi deputado federal por três mandatos.

O ministro do TCU defendeu o que chamou de “governança”, ao dizer que não adianta a Presidência da República enviar recursos se os estados não fizerem bom uso dessas verbas. A Corte tem, entre outras atribuições, a de julgar as contas do presidente.

O presidente por sua vez, também elogiou o magistrado, dizendo que ele “dá exemplo pra todos nós” e se preocupa com a preservação e o futuro do país.

“Agro não parou, exporta comida pra mais de 1 bilhões de habitantes no mundo. Tenho certeza que se Nardes fosse um ministro do STF, ele votaria contra o novo marco temporal naquela corte”, disse o chefe do Executivo em referência ao processo apreciado pela Suprema Corte que trata sobre demarcação em terras indígenas.

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