Ministro Augusto Nardes: 7 de Setembro mostrou liderança de Bolsonaro
Augusto Nardes é um dos 11 ministros da Corte de Contas e produtor rural. Ele participou de agenda com Bolsonaro nesta sexta, em Minas

Enviada a Arinos (MG) – O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Augusto Nardes elogiou, nesta sexta-feira (17/9), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pelos atos de 7 de Setembro. Nardes participou, em Arinos (MG), do lançamento do projeto Pró-Águas Urucuia, que visa a recuperação do rio, ao lado de autoridades regionais.
“Eu não estou aqui como ministro, estou aqui como produtor rural, mas o ato de 7 de Setembro, com mais de 30 milhões de brasileiros, mostrou a sua liderança”, disse Augusto Nardes, ao presidente, durante discurso. O magistrado está no tribunal desde 2005 e foi nomeado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
No último dia 7, apoiadores de Bolsonaro fizeram atos em Brasília e em São Paulo em defesa do governo federal. Os atos foram marcados pela defesa do fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Congresso Nacional. Alguns grupos ainda defenderam intervenção militar, o que é inconstitucional.
Quadro técnico
Nesta sexta, Nardes, que foi o responsável pelo convite de Bolsonaro à região, ainda elogiou o chefe do Executivo federal pela escolha de “quadros técnicos” nos ministérios. Natural do Rio Grande do Sul, Nardes já foi deputado federal por três mandatos.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesO ministro do TCU defendeu o que chamou de “governança”, ao dizer que não adianta a Presidência da República enviar recursos se os estados não fizerem bom uso dessas verbas. A Corte tem, entre outras atribuições, a de julgar as contas do presidente.
O presidente por sua vez, também elogiou o magistrado, dizendo que ele “dá exemplo pra todos nós” e se preocupa com a preservação e o futuro do país.
“Agro não parou, exporta comida pra mais de 1 bilhões de habitantes no mundo. Tenho certeza que se Nardes fosse um ministro do STF, ele votaria contra o novo marco temporal naquela corte”, disse o chefe do Executivo em referência ao processo apreciado pela Suprema Corte que trata sobre demarcação em terras indígenas.













