Médicos descartam cirurgia em Bolsonaro, mas não há previsão de alta

Hospital Vila Nova Star divulgou nota, nesta terça-feira (4/1), afirmando que o quadro de suboclusão intestinal de Bolsonaro se desfez

atualizado 04/01/2022 11:28

Bolsonaro caminha no hospital Vila Nova StarReprodução/Redes sociais

O médico Antônio Luiz Macedo descartou a necessidade de cirurgia para tratar o presidente Jair Bolsonaro (PL), internado desde a madrugada de segunda-feira (3/1) no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo.

“Por enquanto, não há necessidade de cirurgia”, afirmou Macedo. A informação foi revelada pela colunista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo e confirmada pelo Metrópoles com o próprio médico.

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Por volta das 9h desta terça-feira (4/1), o hospital divulgou nota na qual informa que o quadro de suboclusão intestinal do presidente se desfez; na ocasião, a instituição reiterou que não há necessidade de submetê-lo a cirurgia. “A evolução do paciente, clínica e laboratorialmente, segue satisfatória, e será iniciada hoje uma dieta líquida”, informou o Vila Nova Star. Ainda não há previsão de alta.

Macedo, que operou o político devido à facada sofrida em um comício de 2018, chegou ao hospital por volta das 6h desta terça-feira (4/1) para analisar o quadro clínico do mandatário, que já recebia assistência da equipe médica. O profissional veio em um voo fretado das Bahamas, onde ele passava suas férias.

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Por ora, Bolsonaro segue em tratamento clínico e em observação no hospital, onde foi submetido a exames e recebeu antibióticos. O presidente também colocou uma sonda nasogástrica para ajudar a desobstruir o intestino.

Na madrugada de segunda-feira, o presidente interrompeu suas férias no litoral catarinense e deu entrada no hospital na capital paulista, em que já ficou internado em outras ocasiões.

Bolsonaro está em um andar isolado para ele no Vila Nova Star, hospital privado no bairro da Vila Nova Conceição, em São Paulo. O mandatário interrompeu suas férias no Forte Marechal Luz, em São Francisco do Sul (SC), após sentir desconforto abdominal, e pegou um voo fretado com destino a Congonhas, onde desembarcou por volta da 1h30.

Em postagem nas redes sociais na manhã de segunda, o presidente divulgou uma foto com a sonda nasogástrica e informou que começou a passar mal após o almoço de domingo (2/1).

O presidente já passou por seis cirurgias relacionadas ao episódio de ataque. Em julho do ano passado, foi internado no mesmo hospital e também recebeu o diagnóstico de obstrução intestinal. Chegou a ser cogitada cirurgia, mas, por fim, indicou-se uma dieta.

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