Maia: sem a Previdência, não adianta falar em educação e saúde

O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), usou as redes sociais para defender a proposta do presidente Jair Bolsonaro

Michael Melo/Metrópoles

atualizado 21/04/2019 19:00

Daqui a quatro dias, na próxima terça-feira (23/04/19), o governo espera que o relatório da reforma da Previdência seja aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Será nesse momento que o Palácio do Planalto terá colocada à prova a sua capacidade de articulação política. O parecer pela admissibilidade deve ser modificado por deputados, e a equipe econômica mantém a expectativa economizar R$ 1 trilhão em 10 anos.

O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), usou as redes sociais para defender a proposta do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e aproveitou para associar a sua aprovação ao aumento dos investimentos em outras áreas consideradas prioritárias pelos brasileiros.”É duro, é trabalhoso porque há muitos interesses envolvidos”, iniciou.

Ele destacou que outras áreas ficam com orçamentos prejudicados em função do déficit da Previdência. “Mas se a gente não tiver coragem de enfrentar a reforma do Estado, se a gente não tiver coragem de enfrentar a Previdência, não adianta falar em educação, falar de Saúde e me de Segurança Pública”, escreveu.

Esse é mais um apelo de Maia pela aprovação do texto. No início da semana, ele disse que se fosse presidente da CCJ as “discussões entrariam pela madrugada”.

O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, se mostrou otimista com a votação. Ao blog da jornalista Andréia Sadi, o ministro disse que a costura política está pronta. “O que a gente combinou, e eu tenho falado com muita gente, é que vai ser semana que vem”, afirmou, após reunião com o secretário de Previdência, Rogerio Marinho.

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