Lula combina ações pré-campanha com bancada petista

Ex-presidente estará em Brasília até a próxima quinta-feira (7/10), em encontros com políticos da oposição e do Centrão e embaixadores

atualizado 04/10/2021 14:55

Reprodução/Twitter

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reúne nesta segunda-feira (4/10) com as bancadas do PT na Câmara e no Senado para afinar o discurso e estratégias no Congresso com a pré-campanha. No início do encontro, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PR), disse que o objetivo da conversa é definir ações nos estados e nas duas Casas legislativas.

“Essa reunião que abre a agenda do presidente Lula aqui em Brasília. Nesse momento da política, é preciso que a gente entenda o papel que temos neste enfrentamento ao Bolsonaro e no esperançar do Brasil”, disse Gleisi.

Embora o evento seja o primeiro da agenda, Lula também jantou com governadores do PT no domingo (3/10), quando chegou à capital federal.

Na quarta-feira (6/10), Lula deve jantar na casa do ex-senador Eunício Oliveira (MDB-CE). O encontro terá presença de outros caciques emedebistas, entre eles, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, o ex-presidente José Sarney e o senador Renan Calheiros (AL), relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid.

Na agenda na capital federal, que deve seguir pelo menos até a quinta-feira (7/10), está prevista uma reunião do petista com o presidente nacional do PSD, o ex-ministro Gilberto Kassab.

Lula também visitará uma associação de catadores de material reciclável, na comunidade da Estrutural. Trata-se de uma das regiões mais carentes do Distrito Federal. A visita aos catadores está marcada para a parte da manhã de quinta-feira (7/10).

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Outro ponto ressaltado por Gleisi é que a bancada terá oportunidade de ter na ponta da língua toda defesa de Lula frente às acusações da Lava Jato. Para subsidiar essa defesa, a deputada Maria do Rosário organiza um curso sobre a publicação Memorial da Verdade, que aponta, de acordo com o PT, os interesses políticos da força-tarefa e do ex-juiz Sergio Moro, que coordenou a operação e que condenou Lula à prisão.

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