“Jairzinho” e selfies: fãs de Bolsonaro se reúnem em frente à Granja
Grupos de apoiadores aproveitaram as primeiras horas da manhã para prestigiar Jair Bolsonaro
atualizado
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Na manhã desta terça-feira, (1º/1), data da posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, pequenos grupos de apoiadores fizeram uma parada em frente à Granja do Torto, onde a família Bolsonaro passou o Ano-Novo.
A maioria dos visitantes carregava bandeiras do Brasil e aproveitou para fazer selfies em frente à propriedade. O movimento durante a manhã foi tranquilo. Alguns carros da Polícia Federal entraram na residência.
Uma das pessoas que passou por lá foi Thiago Neves, presidente municipal do PSL em Panorama/SP. “Conheci ele em 2017, quando se filiou ao partido. O Jair me disse que se eu deixasse a barba crescer, ficaria igualzinho ao Enéas”. Thiago acatou a sugestão e acabou ganhando o apelido de Enéas do PSL.
Uma curiosidade é que Thiago levou para a Granja um boneco batizado de Jairzinho. “O boneco é negro para mostrar que o Jair não é racista”, afirma o filiado ao PSL.

A chuva fraca não espantou outro grupo que também passou os primeiros momentos da manhã em frente à Granja. Andressa e Wellington Macedo, de Sobral (CE), além de Crislane Pinto, moradora de Águas Claras, e Nilton Lima, de Vicente Pires, fizeram fotos no local e devem ir para a Esplanada dos Ministérios.
Admiradora da futura ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, Crislane Pinto afirmou que ela é uma mulher muito sensata. “É ponderada, séria, consegue agregar todas as ideias.”

Cerimônia de posse
O trajeto do 38º presidente da nação começa na Catedral Metropolitana e, depois de uma série de protocolos no Congresso Nacional e Palácio do Planalto, termina com uma recepção, às 18h30, no Palácio do Itamaraty. A Polícia Militar estima que 500 mil pessoas passem pela área central.
Depois de ser esfaqueado durante uma agenda ainda na campanha eleitoral, os cuidados com a segurança do capitão reformado do Exército Brasileiro foram elevados a graus extremados. A preocupação do staff presidencial se tornou ainda maior após o Metrópoles revelar ameaças a Bolsonaro feitas por um grupo intitulado Sociedade Secreta Silvestre.
Para conferir tranquilidade à cerimônia de posse, uma verdadeira operação de guerra foi montada na capital do país. Atiradores de elite serão posicionados no alto de prédios, caças rasgarão o céu com autorização de abater aeronaves que invadirem o espaço aéreo e linhas rigorosas de revistas policiais serão montadas.










