Gleisi elogia estatais fora do programa de privatização; oposição ironiza

Presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann disse que medida do presidente Lula é acertada. Opositores reagiram negativamente

atualizado

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Gleisi Hoffmann elogia estatais fora do programa de privatização pt
1 de 1 Gleisi Hoffmann elogia estatais fora do programa de privatização pt - Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

A presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), elogiou nesta sexta-feira (7/4) a retirada dos Correios e de outras empresas estatais de programas de desestatização.

A medida foi anunciada por meio de edição extra do Diário Oficial da União (DOU) desta sexta. Essas empresas públicas haviam sido remetidas para programas de privatização durante o governo de Jair Bolsonaro (PL).

No total, foram excluídas sete empresas do Programa Nacional de Desestatização (PND) e três do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Confira quais são:

PND:

  1. Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT)
  2. Empresa Brasil de Comunicação (EBC)
  3. Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev)
  4. Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A. (Nuclep)
  5. Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro)
  6. Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias S.A. (ABGF)
  7. Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada S.A. (Ceitec)

PPI:

  1. Armazéns e imóveis de domínio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)
  2. Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S.A. – Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA)
  3. Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebrás)

Já no dia da posse, em 1º de janeiro, o presidente Lula assinou um despacho determinando a revogação de processos de privatização de oito estatais, incluindo a Petrobras e os Correios. A justificativa para a decisão foi “assegurar uma análise rigorosa dos impactos da privatização sobre o serviço público ou sobre o mercado”.

Ao mesmo tempo, o ex-ministro da Casa Civil de Bolsonaro, senador Ciro Nogueira (PP-PI), criticou a retirada das empresas dos planos de privatização e aproveitou para também condenar os decretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para revisar o marco do saneamento, assinados na última semana.

O presidente nacional do Progressistas ironizou o governo atual ao chamá-lo de Lulaquistão e afirmou que as estatais continuam nas mãos da ineficiência e do apadrinhamento.

Ciro Nogueira, que já foi aliado de outras gestões petistas, tem criticado de forma recorrente o atual governo. Nogueira, inclusive, entrou em discussões pelas redes sociais com a presidente nacional do PT.

Ele também tem sido a voz da oposição ao falar sobre o novo arcabouço fiscal, regra proposta pelo governo Lula para substituir o teto de gastos, aprovado em 2016, no governo Michel Temer (MDB), e ainda em vigor.

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