Alvo de dois inquéritos, um que apura declarações racistas contra chineses e outro sobre ameaças a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Weintraub deixou o MEC em junho e acabou indicado pelo governo Bolsonaro para uma vaga fora do país.
Weintraub tinha direito ao passaporte diplomático enquanto ocupava o cargo de ministro. Porém ele pediu para ser exonerado do cargo em junho, um dia antes de pousar nos EUA. O uso desse tipo de passaporte confere benefícios e deve estar restrito àqueles que exercem função de representação do Brasil no exterior.

