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Política

Eduardo Bolsonaro nega que pai propague violência e ódio

Filho do presidenciável do PSL culpou a esquerda por disseminar a intolerância no Brasil

09/09/2018 14:00, atualizado 09/09/2018 17:02
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Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
Eduardo Bolsonaro nega que pai propague violência e ódio

O filho do candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL), Eduardo Bolsonaro, negou que seu pai propague violência e ódio e culpou a esquerda por disseminar a intolerância no Brasil.

“Deixo a pergunta no ar: quem são os intolerantes? Quem é que são os radicais? Nós que somos os intolerantes? “, destacou ele ao mencionar que o agressor de Bolsonaro saiu vivo e sem ferimentos após o ataque feito em uma multidão de 20 mil pessoas em Juiz de Fora (MG).

“Ele já tomou purpurinada, já tomou ovada, agora tomou uma facada”, disse Eduardo em frente ao Hospital Albert Einstein. “Tentaram tirar a vida de Jair Bolsonaro porque ele está muito próximo de chegar à presidência para ser uma pessoa que muda o jogo entre a alternância de poder da esquerda mais radical e outra mais moderada.”

O filho de Bolsonaro ainda disse que uma facada, nas circunstâncias do evento no município mineiro, é muito mais “invasiva e letal” que um tiro naquela distância. “A faca entrou 12 centímetros. Se fosse uma arma de fogo teria sido uma lesão até menor.”

Bolsonaro está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Albert Einstein desde sexta-feira (7/9). Ele passou por cirurgia na Casa de Misericórdia de Juiz de Fora (MG) e, em seguida, foi transferido para a unidade de saúde em São Paulo. Segundo o boletim de saúde do candidato, divulgado às 10h deste sábado (8/6), ele apresenta “nítida melhora clínica e laboratorial”.