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Política

Dilma deixa prédio de Lula em São Bernardo, após uma hora de encontro

Ao chegar ao local, Dilma abaixou o vidro do carro e acenou para os simpatizantes que fazem vigília. Na saída apenas abriu o portão de entrada e acenou novamente

05/03/2016 14:13, atualizado 05/03/2016 15:11
Ricardo Stuckert/ Instituto Lula
Dilma deixa prédio de Lula em São Bernardo, após uma hora de encontro

Uma hora depois de chegar ao apartamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uma visita, a presidente Dilma Rousseff deixou o local neste sábado, 5/3, sem falar com a imprensa ou com os manifestantes que se encontram no local. Minutos antes, no entanto, ela desceu até o hall de entrada do prédio e acenou para as dezenas de pessoas que se encontram em frente ao imóvel do ex-presidente neste momento, em uma vigília iniciada às 9 horas. O ministro Jaques Wagner acompanhou a presidente na visita.

A presidente da República, Dilma Rousseff, chegou no início da tarde deste sábado, 5/3, ao prédio onde mora o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para visitá-lo, após o petista ter sido conduzido coercitivamente, na sexta-feira, 4, a prestar depoimento, na 24ª fase da Operação Lava Jato.

Ao chegar ao local, Dilma abaixou o vidro do carro e acenou para os simpatizantes que fazem vigília, desde 9 horas do sábado, em frente à residência do ex-presidente.

O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, também integra a comitiva da presidente que está, neste momento, no apartamento de Lula.

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A ação [de ontem] comprova um conluio entre Moro, PSDB e as elites que não querem Lula no poder

deputado federal Vicente Paulo da Silva (PT-SP)

O deputado federal Vicente Paulo da Silva (PT-SP), conhecido como Vicentinho, afirmou que a presidente Dilma Rousseff descerá do apartamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para cumprimentar os manifestantes que fazem vigília no local desde 9 horas. Dilma chegou há cerca de 40 minutos na residência de Lula e, de acordo com Vicentinho, o clima da conversa é bom, “de solidariedade e alegria”.

“Eles falaram sobre o abuso cometido ontem (4) pelo juiz Sérgio Moro”, relatou o deputado, referindo-se à condução coercitiva do ex-presidente da sexta-feira, durante a 24ª fase da Operação Lava Jato.