Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Política

Deputados mantêm veto de Bolsonaro para auxílio a agricultor familiar

O presidente Jair Bolsonaro argumentou que não havia previsão do impacto orçamentário e financeiro para a medida

Compartilhar notícia
Michael Melo/Metrópoles
Agricultor

Os deputados federais mantiveram, nesta quarta-feira (17/3), em sessão do Congresso Nacional, o veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao pagamento de um auxílio financeiro a agricultores familiares em meio à pandemia da Covid-19.

O veto não precisará ser analisado pelos senadores por ter sido mantido na Câmara.

O projeto previa o pagamento de cinco parcelas de R$ 600 aos agricultores familiares que não tivessem recebido o auxílio emergencial, além de prorrogação de dívidas, linha de crédito e concessão de recursos para incentivas atividades rural.

Na justificativa do veto, o presidente argumentou que não havia previsão do impacto orçamentário e financeiro para a medida e que os agricultores familiares podem receber o benefício na categoria de trabalhador informal desde que cumpram os requisitos.

Por causa da pandemia, a sessão do Congresso ocorre em duas fases: primeiro, somente com deputados e, depois, com os senadores.

Deputados mantêm veto de Bolsonaro para auxílio a agricultor familiar - destaque galeria
4 imagens
Eduardo Gomes foi líder do governo Bolsonarono Congresso
Congresso Nacional
Congresso Nacional
Rodrigo Pacheco durante sessão do Congresso
1 de 4

Rodrigo Pacheco durante sessão do Congresso

Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
Eduardo Gomes foi líder do governo Bolsonarono Congresso
2 de 4

Eduardo Gomes foi líder do governo Bolsonarono Congresso

Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
Congresso Nacional
3 de 4

Congresso Nacional

Igo Estrela/Metrópoles
Congresso Nacional
4 de 4

Congresso Nacional

Igo Estrela/Metrópoles

Houve acordo também para analisar os vetos que tratam de pagamento de auxílio emergencial para família monoparental; os que trata do uso de assinatura eletrônica na relação com o poder público; e sobre o Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut).

Há vetos publicados com mais de 30 dias e, portanto, trancam a pauta de votação do Congresso, o que prejudicaria a votação do Orçamento prevista para 24 de março.