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Política

Advogado de Temer entrega à CCJ defesa contra denúncia de corrupção

Agora, inicia-se a contagem do prazo de cinco sessões plenárias de tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Câmara

05/07/2017 16:24, atualizado 05/07/2017 16:44
Rafaela Felicciano/Metrópoles
Advogado de Temer entrega à CCJ defesa contra denúncia de corrupção

O advogado do presidente Michel Temer (PMDB-SP), Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, entregou na tarde desta quarta-feira (5/7), à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, a defesa do peemedebista em relação à denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR). O atual chefe do Executivo nacional foi acusado formalmente por corrupção passiva, com base na delação de um dos donos da JBS, Joesley Batista.

Apresentada a defesa, inicia-se a contagem do prazo das cinco sessões plenárias de tramitação na CCJ. Só depois de vencida essa etapa os integrantes da comissão votarão pela admissibilidade ou não do pedido da PGR. Mais cedo, o presidente da comissão, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), admitiu que a tramitação da denúncia contra o presidente pode extrapolar o prazo regimental de cinco sessões plenárias se for necessário, dependendo da dinâmica do debate.

A sinalização contraria a pressa dos governistas para liquidar o tema antes do recesso parlamentar. O peemedebista marcou para segunda-feira (10), às 14h30, a leitura do parecer do relator Sérgio Zveiter (PMDB-RJ), mas também reconheceu que poderá haver adiamento da apresentação.

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Pacheco reuniu na manhã desta quarta coordenadores de bancadas e fechou alguns procedimentos sobre as sessões de análise da denúncia.

“Se este procedimento redundar no encerramento disso na quinta-feira (6), que seja. Senão, vamos avançar a semana seguinte até que possa ser garantido este rito transparente, este rito democrático na CCJ”, declarou o presidente do colegiado. “Vamos evitar, para cumprir o regimento no tocante ao prazo de cinco sessões, mas se for preciso alongar por mais uma, duas sessões, assim faremos para garantir a lisura do procedimento na CCJ”, completou. (Com informações da Agência Estado)