Covid: senadora lamenta morte da mulher de assessor e alerta grávidas

Soraya Thronicke disse que esposa de funcionário estava grávida, morreu em decorrência da Covid, e foi enterrada na terça. Bebê passa bem

atualizado

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Roque de Sá/Agência Senado
Soraya Thronicke
1 de 1 Soraya Thronicke - Foto: Roque de Sá/Agência Senado

A senadora Soraya Thronicke (PSL-MS) lamentou, nesta quarta-feira (12/5), durante a CPI da Covid-19, a morte da mulher grávida de um de seus assessores em decorrência da Covid-19 e fez um apelo para que as gestantes redobrem os cuidados.

Segundo a parlamentar, a esposa do funcionário foi enterrada na terça (11) e o bebê passa bem.

“Essa é minha primeira fala pública após a morte de Luciana, esposa do meu assessor Marcos. Ele fica comigo das 6h, 7h até o último momento. Nós a enterramos ontem. Luciana estava grávida. O bebê passa bem. Mas perdemos a Luciana para a Covid-19. Foi muito rápido. Isso doe muito”, lamentou Soraya.

“Apelo para que as grávidas não se exponham. Ando vendo muitas grávidas nas ruas. Sei que muitas precisam sair para fazer exames, e a Luciana estava se cuidando. Mas nas grávidas essa doença é mais devastadora. Matheus passa bem. Quero prestar minha solidariedade ao meu assessor, Marcos, e fazer esse apelo”, acrescentou.

Soraya testou positivo para o novo coronavírus há um mês, mas já se recuperou. Ela foi a última parlamentar a fazer perguntas ao ex-secretário de Comunicação da Presidência Fabio Wajngarten na CPI da Covid-19.

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Fabio Wajngarten na CPI da Covid
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Wajngarten foi o quinto depoente do colegiado. Antes dele, os senadores ouviram o depoimento do presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, além dos ex-ministros Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, além do atual chefe da Saúde, Marcelo Queiroga.

O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello só será ouvido em 19 de maio, após ter alegado que teve contato com duas pessoas infectadas pelo novo coronavírus e cumpre quarentena.

A CPI da Covid-19 tem o objetivo de investigar as ações e omissões do governo federal no enfrentamento à pandemia e, em especial, no agravamento da crise sanitária no Amazonas com a ausência de oxigênio, além de apurar possíveis irregularidades em repasses federais a estados e municípios.

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