Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Política

Bolsonaro veta indenização para profissional incapacitado por Covid-19

Presidente alegou inconstitucionalidade por projeto criar despesa obrigatória durante estado de calamidade

04/08/2020 07:44, atualizado 04/08/2020 08:20
Rafaela Felicciano/Metrópoles
Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetou o projeto de lei que previa indenização de R$ 50 mil para profissionais da saúde incapacitados pela Covid-19. O chefe do Executivo alegou inconstitucionalidade e barrou o projeto na íntegra. O veto foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (4/8).

Na justificativa, o presidente alegou que, além de inconstitucional, o projeto é contrário ao interesse público porque prevê “benefício indenizatório para agentes públicos e cria despesa continuada em período de calamidade no qual tais medidas estão vetadas”.

Bolsonaro veta indenização para profissional incapacitado por Covid-19 - destaque galeria
12 imagens
Michelle Bolsonaro e o mandatário do país
Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos
Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos
“Não vou tomar a vacina e ponto final. Se alguém acha que a minha vida está em risco, o problema é meu e ponto final”, essa fala veio do presidente Jair Bolsonaro
Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos
Damares, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e o presidente Jair Bolsonaro em cerimônia no Planalto
1 de 12

Damares, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e o presidente Jair Bolsonaro em cerimônia no Planalto

Igo Estrela/Metrópoles
Michelle Bolsonaro e o mandatário do país
2 de 12

Michelle Bolsonaro e o mandatário do país

Igo Estrela/Metrópoles
Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos
3 de 12

Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos

Hugo Barreto/Metrópoles
Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos
4 de 12

Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos

Hugo Barreto/Metrópoles
“Não vou tomar a vacina e ponto final. Se alguém acha que a minha vida está em risco, o problema é meu e ponto final”, essa fala veio do presidente Jair Bolsonaro
5 de 12

“Não vou tomar a vacina e ponto final. Se alguém acha que a minha vida está em risco, o problema é meu e ponto final”, essa fala veio do presidente Jair Bolsonaro

Igo Estrela/Metrópoles
Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos
6 de 12

Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos

Hugo Barreto/Metrópoles
Bolsonaro veta indenização para profissional incapacitado por Covid-19 - imagem 7
7 de 12

Hugo Barreto/Metrópoles
Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos
8 de 12

Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos
9 de 12

Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos

Myke Sena/Especial Metrópoles
Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos
10 de 12

Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos

Myke Sena/ Especial Metrópoles
Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos
11 de 12

Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos
12 de 12

Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos

Rafaela Felicciano/Metrópoles

Pela proposta, aprovada na Câmara dos Deputados em 14 de julho, teriam direito à verba os trabalhadores da saúde que se infectarem com o novo coronavírus e ficarem permanentemente incapacitados. A medida, entretanto, só seria válida para aqueles que atuam diretamente no combate à pandemia.

Durante a tramitação, o projeto chegou a ser aprovado em maio, mas passou por mudanças no Senado e precisou voltar para a Câmara.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

Deputados tinham incluído profissionais de saúde, agentes comunitários e trabalhadores de estabelecimentos em saúde. Senadores ampliaram e colocaram, também, os funcionários de necrotérios, da assistência social e coveiros.