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Política

Bolsonaro sanciona lei de socorro a aéreas com veto a saque no FGTS

Presidente vetou dispositivo acrescentado pelo Congresso que autorizava profissionais do setor a fazer saques do fundo

06/08/2020 08:24, atualizado 06/08/2020 09:15
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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Bolsonaro sanciona lei de socorro a aéreas com veto a saque no FGTS

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou a lei de socorro ao setor aéreo, devido à crise provocada pelo novo coronavírus. A sanção presidencial está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (6/8).

Bolsonaro havia editado uma medida provisória dando mais tempo às companhias para reembolsar passageiros que cancelaram os voos.

Na edição da MP, o governo justificou a necessidade da medida devido à queda brusca na demanda por serviços de transporte aéreo e consequente redução de receita das empresas.

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Michelle Bolsonaro e o mandatário do país
Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos
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“Não vou tomar a vacina e ponto final. Se alguém acha que a minha vida está em risco, o problema é meu e ponto final”, essa fala veio do presidente Jair Bolsonaro
Bolsonaro diz que Guedes fica e que o governo não vai furar o teto de gastos
Damares, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e o presidente Jair Bolsonaro em cerimônia no Planalto
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“Não vou tomar a vacina e ponto final. Se alguém acha que a minha vida está em risco, o problema é meu e ponto final”, essa fala veio do presidente Jair Bolsonaro

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Durante a tramitação no Congresso, a versão do governo foi ampliada, prevendo outras medidas de amparo às companhias e concessionárias de aeroportos. Algumas delas, no entanto, acabaram vetadas por Bolsonaro.

Um dos pontos barrados foi o que previa a aeronautas o saque mensal de recursos das contas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) até o limite do saldo existente na conta vinculada ao trabalhador.

Como justificativa para o veto, o governo argumentou que a medida colocaria em risco a sustentabilidade do fundo, que poderia afetar programas de habitação popular, saneamento básico e infraestrutura urbana, que são financiados com esses recursos. A equipe também pontuou que não poderia beneficiar uma categoria em detrimento das demais.