Bolsonaro e Netanyahu visitam sinagoga em Copacabana

No fim da cerimônia, houve uma bênção chamada brachá com um cálice de vinho

atualizado 28/12/2018 21:20

Fernando Frazão/Agência Brasil

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, visitaram na tarde desta sexta-feira (28/12) a sinagoga Kehilat Yaacov, em Copacabana, no Rio de Janeiro. Eles chegaram pouco depois das 17h, após o almoço e a reunião que tiveram no Forte de Copacabana. Os dois vieram em comitivas separadas. Primeiro, chegou a de Netanyahu e, em seguida, a de Bolsonaro. O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) veio na comitiva do pai.

A rua Capelão Álvares da Silva, onde está localizada a sinagoga, foi interditada ao tráfego. Em frente ao templo, foi colocada uma tenda de plástico branca para onde foram direcionados os carros da comitiva para que o presidente eleito do Brasil, o primeiro-ministro de Israel e os integrantes das comitivas pudessem entrar sem serem vistos.

No fim da cerimônia, houve uma bênção chamada brachá com um cálice de vinho. No judaísmo, antes de ingerir qualquer alimento é pronunciada uma benção, a brachá, que demonstra o reconhecimento que Deus criou todo o universo. Há bençãos específicas para cada diferente tipo de alimento, como o pão e o vinho, e há um bachá agradecendo a Deus por ter proporcionado a alimentação.

O esquema ampliado de segurança visto próximo ao Forte de Copacabana se repetiu ao redor da sinagoga. A operação teve um sniper da Polícia Civil no pátio de um prédio em frente à rua da sinagoga.

Um grupo de seis agentes do Comando de Operações Táticas (COT), de elite da Polícia Federal, chegou de Brasília para integrar o esquema de segurança. Também houve uma ambulância do Corpo de Bombeiros e um veículo da Guarda Municipal.

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