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Bolsonaro diz sofrer “perseguição implacável” por Alexandre de Moraes

“Nós sabemos o que eles querem, o que alguns querem aqui no Brasil: eu fora do combate e, obviamente, Lula eleito”, alegou Bolsonaro

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agenda presidente jair bolsonaro Evento de lançamento do Programa Nacional de Crescimento Verde no Palácio do Planalto 6
1 de 1 agenda presidente jair bolsonaro Evento de lançamento do Programa Nacional de Crescimento Verde no Palácio do Planalto 6 - Foto: Igo Estrela/Metrópoles

Ao citar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, o presidente Jair Bolsonaro (PL) alegou, nesta segunda-feira (21/3), ser vítima de uma “perseguição implacável”.

“Sabemos da posição do Alexandre de Moraes. É claro, não é uma novidade que vou falar: é uma perseguição implacável para cima de mim. Tivemos momentos difíceis no ano passado, quando o TSE julgou a possibilidade da cassação da chapa Bolsonaro-Mourão por fake news. Acredite, eu até respondi processos no TSE por abuso do poder econômico. Deveria ter sido arquivado de ofício”, disse Bolsonaro, em entrevista à Jovem Pan News.

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A relação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, com o presidente Jair Bolsonaro é, de longe, uma das mais tumultuadas do cenário político brasileiro
No capítulo mais acalorado, no último 7 de Setembro, o presidente chamou o ministro de “canalha” e ameaçou afastá-lo do cargo
O motivo? Moraes expediu ordem de busca e apreensão contra bolsonaristas e bloqueou contas bancárias de entidades suspeitas de financiar atos contra o STF
“Sai, Alexandre de Moraes, deixe de ser canalha, deixe de oprimir o povo brasileiro”, disse o presidente diante de uma multidão
Meses antes, em fevereiro, Moraes havia mandado prender o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), aliado do presidente
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A relação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, com o presidente Jair Bolsonaro é, de longe, uma das mais tumultuadas do cenário político brasileiro

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No capítulo mais acalorado, no último 7 de Setembro, o presidente chamou o ministro de “canalha” e ameaçou afastá-lo do cargo

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O motivo? Moraes expediu ordem de busca e apreensão contra bolsonaristas e bloqueou contas bancárias de entidades suspeitas de financiar atos contra o STF

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“Sai, Alexandre de Moraes, deixe de ser canalha, deixe de oprimir o povo brasileiro”, disse o presidente diante de uma multidão

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Meses antes, em fevereiro, Moraes havia mandado prender o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), aliado do presidente

Aline Massuca
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Moraes também é relator de inquéritos em que o presidente e vários de seus aliados aparecem como investigados

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O mais recente é o que investiga Bolsonaro por associar as vacinas contra a Covid-19 com a contração do vírus HIV, causador da aids

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O inquérito motivou o início de mais um round entre os dois

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“Tudo tem um limite. Eu jogo dentro das quatro linhas, e quem for jogar fora das quatro linhas não vai ter o beneplácito da lei. Se quiser jogar fora das quatro linhas, eu jogo também”, disse o presidente

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“Nós sabemos o que eles querem, o que alguns querem aqui no Brasil: eu fora do combate e, obviamente, Lula eleito”, acrescentou o mandatário.

Na sexta-feira (18/3), Moraes determinou o bloqueio do Telegram no país, após o aplicativo de mensagens ignorar uma série de decisões judiciais. A medida foi revogada no domingo (20/3). O app, que tem uma política fraca contra mensagens falsas, recebe apoio dos bolsonaristas.

Dono do Telegram admite “negligência” e pede desculpas ao STF

Durante a entrevista, Bolsonaro também afirmou que “dá para fazer eleições limpas” no país, desde que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acolha as sugestões das Forças Armadas sobre as urnas eletrônicas.

“O TSE convidou Forças Armadas para participar do processo eleitoral. Foram levantadas várias possíveis vulnerabilidades no TSE. Depois de muitas idas e vindas, houve audiência com Fachin, Moraes e Braga Netto. E o Braga Netto apresentou sugestões ao TSE. Entendo que ele deve acolher essas sugestões. Elas praticamente impossibilitam fraudes”, disse o presidente da República.

“Pode ter certeza: dentro das quatro linhas, temos como fazer com que processo caminhe dentro da normalidade”, pontuou Bolsonaro.

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