Bolsonaro diz que não interferiu em normas do Exército sobre vacinação

Comandante do Exército determinou a exigência de comprovante de vacinação contra o novo coronavírus e o uso de máscaras

atualizado 08/01/2022 18:34

Fotografia colorida do presidente bolsonaro militar exercito plano de guerraMichael Melo/Metrópoles

O presidente Jair Bolsonaro (PL) negou, neste sábado (8/1), que tenha solicitado mudanças nas diretrizes do Exército brasileiro sobre a vacinação contra a Covid-19. O mandatário também destacou que “não houve exigência alguma” em relação à vacinação de militares por parte do Exército.

“Não tem mudança. Hoje tomei café com o comandante do Exército. Se ele quiser esclarecer, tudo bem, se ele não quiser, está resolvido, não tenho que dar satisfação para ninguém de um ato como isso daí. É uma questão de interpretação, mais nada”, disse Bolsonaro a jornalistas em frente à casa do advogado-geral da União (AGU), Bruno Bianco, que comemorava aniversário.

Após cobrar vacinação, a cúpula do Exército brasileiro avaliava a divulgação de um comunicado para esclarecer a recomendação que trata da vacinação contra a Covid-19. As recomendações teriam incomodado Bolsonaro.

O comandante do Exército Brasileiro, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, determinou a exigência de comprovante de vacinação contra o novo coronavírus e o uso de máscaras para que militares retornem ao trabalho presencial. Na mesma ordem, proibiu militares de espalharem fake news e determinou que eventos religiosos tenham sua “pertinência” analisada.

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