Ato antidemocrático pede intervenção militar em frente ao QG do Exército

Grupo de manifestantes pede também uma nova Constituição “anti-comunista”. Ato reúne cerca de 20 pessoas

atualizado

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Um ato antidemocrático organizado em frente ao Quartel General (QG) do Exército reúniu, na manhã deste domingo (12/7), cerca de duas dezenas de manifestantes. O grupo pedia uma “intervenção militar com [Jair] Bolsonaro no poder”, além da “elaboração de uma nova Constituição anti-comunista”.

“Queremos a intervenção exatamente para a elaboração de uma nova Constituição anti-comunista, e para a criminalização do comunismo no Brasil. Que as Forças Armadas cumpram com seu dever constitucional: defender a nossa soberania”, afirmou um dos manifestantes, em discurso.

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Boa parte dos participantes não usavam máscaras faciais, contrariando recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e o próprio decreto distrital do governador Ibaneis Rocha (MDB). Eles usam camisa verde-amarelo e mostram faixas pedindo a intervenção militar e bandeiras do Brasil, dos Estados Unidos e de Israel.

Não há, no entanto, qualquer referência ao grupo de extrema-direita “300 do Brasil“, liderado pela extremista Sara Winter, que organizou nas últimas semanas uma série de atos antidemocráticos a favor do presidente Jair Bolsonaro.

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