Após negociação, Bolsonaro terá tradutor nos eventos em Londres

Intérprete vai acompanhar o presidente nos compromissos em que há previsão de interação com os anfitriões e demais convidados

atualizado 17/09/2022 15:56

Clauber Cleber Caetano/PR

Londres e Brasília – Após negociação intermediada pelo Itamaraty, foi garantido ao presidente Jair Bolsonaro (PL) estar acompanhado de um tradutor durante os eventos em que há previsão de interação com os anfitriões e convidados das cerimônias fúnebres em homenagem à rainha Elizabeth em Londres, no Reino Unido.

Inicialmente, apenas o mandatário brasileiro e a primeira-dama Michelle Bolsonaro estavam autorizados a ir aos eventos com outros chefes de Estado e o rei Charles III. Bolsonaro e Michelle não falam inglês, por isso foi solicitada a presença de um intérprete.

São esperados mais de 100 chefes de Estado no funeral da rainha. O governo britânico limitou os acessos às autoridades e impediu a entrada de assessores, seguranças e fotógrafos de cada chefe de Estado.

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A comitiva presidencial brasileira embarca para o Reino Unido na noite deste sábado (17/9), a partir da Base Aérea de Recife (PE), estado onde o presidente e candidato à reeleição está cumprindo agendas de campanha. O ministro das Relações Exteriores, Carlos França, compõe a comitiva.

O pouso está previsto para a manhã de domingo (18/9), às 8h30, no horário local (quatro horas a mais de fuso horário em relação a Brasília/DF). No próprio domingo, estão previstas visita à Câmara Ardente da Rainha Elizabeth II e assinatura do livro de condolências. Entre 18h e 19h, no Palácio de Buckingham, haverá recepção real aos chefes de Estados, oferecida pelo rei Charles.

O funeral ocorrerá na segunda-feira (19/9), seguido por outra recepção oferecida pelo governo britânico. O anfitrião desse evento será o ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido, James Cleverly.

Não há previsão de agendas bilaterais de Bolsonaro com outros líderes no Reino Unido.

Da capital inglesa, Bolsonaro seguirá diretamente para Nova York, para a Assembleia-Geral da ONU, ainda na segunda.

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