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Um dos herdeiros da JBS, Wesley Batista pediu o adiamento de seu depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga a empresa, marcado para esta quarta-feira (8/11), no Senado, em conjunto com a CPMI do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES).

Os advogados de Wesley alegaram que ele precisa ser comunicado com antecedência sobre a oitiva, “para se preparar”. A proposta da defesa é que o depoimento seja adiado para a próxima semana.

O deputado Carlos Marun (PMDB-MS), um dos relatores, afirmou que por enquanto a pauta está mantida. Já a assessoria de imprensa do senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), presidente da comissão, informou que o parlamentar não irá adiar a oitiva. “Será amanhã mesmo, ele [Wesley] foi avisado a tempo e não há justificativa para adiamento”.

Convocação
Nos pedidos apresentados pelo relator do colegiado, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), ele justifica a convocação de Joesley e Wesley devido ao fato de o grupo J&F ter sido “grande beneficiário de empréstimos obtidos no BNDES e de investimentos realizados pela BNDESPAR”.

“Há conhecimento notório de que o grupo teria sido um dos maiores beneficiários individuais de recursos do BNDES, em valores superiores a R$ 8 bilhões. As circunstâncias em que as transações ocorreram constitui matéria de grande interesse para esta CPI, sobretudo no que tange ao contraditório, uma vez que até o momento somente se dispõe da versão apresentada pelos representantes do Banco”, diz trecho do requerimento aprovado.

 

 

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CPMI JBS
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