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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, na noite desta terça-feira (4/12), a prestação de contas eleitorais do Partido Social Liberal (PSL), com ressalvas. Segundo o relator, ministro Admar Gonzaga, as inconsistências que restaram são mínimas, mas não comprometem as contas do partido do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). Gonzaga determinou que a legenda devolva ao Tesouro Nacional a quantia de R$ 750, como compensação a pontos apontados pela área técnica da Corte e que não teriam sido devidamente esclarecidos.

O PSL declarou receitas da ordem de R$ 10,8 milhões: R$ 1,1 milhão do Fundo Partidário e R$ 9,2 milhões do Fundo Eleitoral. Para que o presidente eleito seja diplomado pela Justiça Eleitoral, é necessário que as contas estejam julgadas. Ainda nesta noite de terça, o TSE apreciará a prestação de contas do candidato Jair Bolsonaro.

A assessoria técnica do TSE já havia verificado inconsistências nas contas entregues pelo PSL ao Tribunal. A Corte pediu esclarecimentos e a documentação complementar.

O PSL enviou a documentação retificadora, com demonstrativos de receitas e despesas, extratos bancários, qualificação dos representantes legais da campanha, notas explicativas e sobras de campanha.