Governador de Goiás é internado em Goiânia com dor no peito

Ronaldo Caiado será transferido para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para nova bateria de exames, diz a Secom de Goiás

Hugo Barreto/MetrópolesHugo Barreto/Metrópoles

atualizado 09/10/2019 19:32

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), foi internado nesta quarta-feira (09/10/2019) no Hospital do Coração, em Goiânia, com dor torácica. Segundo a assessoria do democrata, ele passou mal no início da tarde e está consciente.

No início da noite, a Secretaria de Comunicação do Estado de Goiás divulgou comunicado sobre o quadro clínico do governador: segue estável, com sinais vitais normais. “Mas, por decisão da família, ele será transferido para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para realização de nova bateria de exames, sob os cuidados da Dra. Ludhmila Abrahão Hajjar, médica que o acompanha há mais de dez anos”, diz a nota.

Em postagem no Twitter, a equipe de Caiado informou ainda que o ele deve ter alta nesta quinta-feira (10/10/2019) e que notícias de que ele teve um infarto não procedem. “Foi levado para o hospital por precaução. Felizmente está tudo bem!”, destacaram.

À tarde, o Hospital do Coração havia dito, em nota, que Caiado foi admitido com “quadro de mal-estar inespecífico” e que optou-se pela internação hospitalar para exames laboratoriais e de imagem e confirmaram que a hipótese de infarto agudo do miocárdio está descartada. “O paciente encontra-se consciente e em boas condições clínicas”.

Esta não é a primeira vez que o Caiado é internado desde que assumiu o governo, em janeiro deste ano. Em agosto, ele precisou cancelar parte da agenda por motivos de saúde. Oficialmente, o governador apresentou um quadro febril e teve que ficar em repouso por ordens médicas.

Visita ao DF
Nessa terça-feira (08/10/2019), Caiado esteve em Brasília, onde participou da sétima reunião do Fórum dos Governadores. Logo após o encontro, o chefe do Executivo goiano defendeu a criação de um imposto sobre jogos eletrônicos. O dinheiro dessa arrecadação seria usado no combate ao tráfico.

“Temos que avançar na forma de buscar o financiamento para o setor, para que possamos enfrentar essa realidade que intranquiliza todos os estados com o crescimento de facções criminosas e do tráfico”, ponderou.

Caiado ainda defendeu “compensações” aos estados produtores na divisão da cessão onerosa — divisão dos royalties do petróleo. “O clamor é dos estados que são exportadores e estão sendo penalizados nos últimos anos. Temos que nivelar o repasse aos estados sem que haja um desequilíbrio muito grande“, resumiu.

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