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Política

Datafolha: com 22%, Haddad segue na cola de Bolsonaro, que tem 28%

Candidato do PDT, Ciro Gomes continua na terceira posição, com 11%. Após, vêm Alckmin, com 10%, e Marina, que caiu para 5%

28/09/2018 21:01, atualizado 29/09/2018 12:52
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DANIEL FERREIRA/METRÓPOLES
Datafolha: com 22%, Haddad segue na cola de Bolsonaro, que tem 28%

O Datafolha divulgou na noite desta sexta-feira (28/9) mais uma rodada de pesquisa para a corrida presidencial. A nove dias do primeiro turno, Fernando Haddad (PT) segue na cola de Jair Bolsonaro (PSL). O deputado e militar da reserva tem 28% das intenções de voto. O petista registra 22%. O ex-prefeito de São Paulo subiu seis pontos percentuais em relação ao último levantamento, divulgado em 20 de setembro.

Candidato do PDT, Ciro Gomes permanece na terceira posição, com 11%. Ele está empatado tecnicamente com Geraldo Alckmin (PSDB), com 10%. Marina Silva (Rede) está em 5º lugar, com 5%.

Confira, abaixo, a simulação para o primeiro turno:

2º turno
O Datafolha também fez simulações de 2º turno. Bolsonaro perde em todos os cenários avaliados. Em disputa com Fernando Haddad, o deputado soma 39% e o petista, 45%. Contra Ciro, o militar tem 38%, enquanto o pedetista registra 48%. Considerando panorama com Alckmin, o parlamentar alcança 38% e o tucano, 45%.

Em uma eventual disputa entre Ciro e Alckmin, o pedetista venceria por 42%, contra 36% do tucano. Na corrida com Haddad, o ex-governador do Ceará soma 41% e o petista, 35%. Caso a briga seja entre o ex-prefeito de São Paulo e Alckmin, haveria empate, com 39% para cada.

Rejeição
Bolsonaro segue como o presidenciável mais rejeitado: 46% dos eleitores negam voto ao deputado. Fernando Haddad é refutado por 32%. Em seguida: Marina (28%), Alckmin (24%), Ciro (21%), Vera (18%), Daciolo (17%), Boulos (17%), Eymael (17%), Meirelles (16%), Alvaro Dias (15%), Amoêdo (14%) e João Goulart Filho (14%).

Encomendada por Folha de S. Paulo e TV Globo, a sondagem realizou 9.072 entrevistas, em 343 municípios, entre os dias 26 e 28 de setembro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08687/2018. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou menos. O nível de confiança é de 95%.