Contra influência de sociedades secretas, Daciolo pede voto em cédulas

Presidenciável protocolou representação no TSE e citou testes feitos por professor da Unicamp que encontrou falhas nas urnas eletrônicas

Alex Ferreira/Agência CâmaraAlex Ferreira/Agência Câmara

atualizado 04/09/2018 21:01

O candidato do Patriota à Presidência da República, Cabo Daciolo, protocolou nesta terça-feira (4/9) um requerimento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em favor da adoção do voto em cédulas nas eleições deste ano. Na representação, o deputado cita a Lei das Eleições (9.504/1997). Segundo ele, a legislação “determina a votação por cédulas em detrimento da votação eletrônica”.

De acordo com o deputado, a representação tem como objetivo barrar interesses de sociedades secretas na eleição presidencial brasileira. “Não queremos o resultado da nova ordem mundial, dos Illuminati, da maçonaria, o que acontece sempre em nosso país. Nosso povo vai ser liberto pela honra e glória do Nosso Senhor Jesus Cristo”, argumenta.

Daciolo lembra testes feitos por Diego de Freitas Aranha, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em urnas eletrônicas. O docente encontrou falhas de segurança nos aparelhos em 2017.

“O professor prova que há fraudes nas urnas eletrônicas. Todos nós, brasileiros, sabemos disso. Nós somos enganados todos os anos. A nação, ou melhor, a colônia brasileira, é a única do mundo que ainda tem o voto que ainda não é impresso e que usa as urnas eletrônicas de primeira geração”, afirma o presidenciável.

Daciolo destaca ainda, na representação, que “países de primeiro mundo” têm votos registrados em cédulas. “A maioria dos países do mundo vota em cédulas. Por que os Estados Unidos votam em cédulas? Eles são atrasados? Não têm tecnologia?”, questiona.

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