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Brasil

Policial militar é preso após matar a ex na frente dos filhos no Rio

Vítima já havia sido agredida pelo militar há meses. Homem se entregou e foi levado à 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM)

10/10/2022 15:15, atualizado 10/10/2022 16:22
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Ellen foi vítima de homicídio pelo ex-marido, soldado da PM, que foi preso — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal
Ellen foi vítima de homicídio pelo ex-marido, soldado da PM, que foi preso — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

O policial militar Thiago dos Santos Almeida foi preso nesta segunda-feira (10/10) acusado de matar a ex-companheira Ellen Ramos Soares Ribeiro (imagem em destaque), de 32 anos. O caso aconteceu em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O corpo da vítima, que era professora, foi encontrado pela prima da vítima caído em um cômodo da residência de seus pais pela manhã. 

Thiago é lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha. De acordo com o Extra, Ellen foi morta com cinco tiros na frente dos dois filhos, de 12 e 3 anos, após o PM invadir a casa, de acordo com o testemunho da prima à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).

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PM Thiago dos Santos Almeida / arquivo pessoal
Ellen foi vítima de homicídio pelo ex-marido, soldado da PM, que foi preso — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal
Ellen Ramos Soares Ribeiro / arquivo pessoal
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Ellen Ramos Soares Ribeiro / arquivo pessoal

PM Thiago dos Santos Almeida / arquivo pessoal
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PM Thiago dos Santos Almeida / arquivo pessoal

Ellen foi vítima de homicídio pelo ex-marido, soldado da PM, que foi preso — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal
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Ellen foi vítima de homicídio pelo ex-marido, soldado da PM, que foi preso — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Segundo o tio da vítima, o vidraceiro Fernando José de Souza, Ellen e Thiago passaram o último fim de semana na Praia de Coroa Grande, em Itaguaí. Após a viagem, voltaram a brigar. A professora decidiu ir para a casa dos pais com os dois filhos. O tio afirmou que ela já teria sofrido agressões há pelo menos três meses. 

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Thiago se entregou e foi levado à 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM) no Méier. Ele foi encaminhado para a DHC, que investiga o caso. O militar já tinha anotações criminais por violência doméstica.