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Brasil

Polícia pede prisão de MC Poze e mais 13 por bailes clandestinos no RJ

Entre os acusados de ferir medidas restritivas na pandemia estão cantores de funk e traficantes que controlam venda de drogas em favelas

02/03/2021 10:02, atualizado 02/03/2021 10:22
Reprodução / Instagram
Polícia pede prisão de MC Poze e mais 13 por bailes clandestinos no RJ

Rio de Janeiro – A Polícia Civil do Rio identificou e pediu a prisão de 14 funkeiros e organizadores de bailes irregulares que foram realizados durante o período em que seria comemorado o Carnaval.

A ação é resultado das investigações feitas pelas delegacias de Repressão aos Crimes de Informática e de Combate às Drogas que indiciaram, entre outros, MC Poze, DJ Markinho do Jaca e MC Negão da BL, todos acusados de crimes de infração de medida sanitária preventiva, epidemia e associação ao tráfico de drogas.

De acordo com as investigações, os eventos não receberam apenas autorização de criminosos, mas também foram controlados, financiados ou organizados pelos traficantes que comandam a venda de drogas nas favelas cariocas, em geral grandes espaços abertos.

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MC Poze do Rodo
MC Poze teve a prisão preventiva decretada
MC Poze é um dos funkeiros que mais está bombando no momento
Deputado Felippe Poubel pediu ação da PM contra MC Poze do Rodo
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Deputado Felippe Poubel pediu ação da PM contra MC Poze do Rodo

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MC Poze do Rodo
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MC Poze do Rodo

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MC Poze teve a prisão preventiva decretada
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MC Poze teve a prisão preventiva decretada

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MC Poze é um dos funkeiros que mais está bombando no momento
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MC Poze é um dos funkeiros que mais está bombando no momento

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Para a polícia, os acusados ainda “aumentam ganhos ilegais com a realização de tais eventos clandestinos”. Durante o Carnaval, a polícia chegou a prender o cantor Belo, que se apresentou num centro de educação na favela Parque União, no Complexo da Maré, na zona norte. Os investigadores também apuram a depredação do Ciep.

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Os acusados, segundo a polícia, descumpriram decretos municipais e estaduais que determinam a suspensão de atividades que envolvam aglomeração de pessoas, além de desrespeitar a Lei do Silêncio e tocar músicas que fazem apologia ao crime.

Os crimes de infração de medida sanitária preventiva, epidemia e associação ao tráfico de drogas estão previstos nos artigos 267 e 268 do Código Penal e no artigo 35 da Lei 11343/06. O Ministério Público estadual acompanha as investigações.

Confira abaixo a lista dos indiciados por organizar e se apresentar em eventos nas comunidades:

Comunidade do Jacarezinho – Evento: Carnaval do Jaca

Marcos Almeida da Costa – DJ Markinho do Jaca;
Leonardo Helcias Andrade Cardoso – o Leo
Denílson Rodrigues Ferreira – DJ Denilson do Chapadão;
Adriano de Souza Freitas, vulgo Chico Bento, líder da quadrilha de narcotraficantes da localidade.

Comunidade da Pedreira – Evento: Pedra Folia

Luiz Cedro da Silva Junior – o Junior;
André dos Santos Saraiva – DJ Andrezinho da Divisa;
Rodrigo Santos Silva – DJ RD San;
Rene de Freitas Lopes Araujo, vulgo Coelho da Pedreira, líder da quadrilha de narcotraficantes da localidade.

Comunidade do Castelar – Evento: Baile do Castelar Especial de Carnaval

Marlon Brendon Coelho Couto da Silva – MC Poze do Rodo;
Rangel da Silva Castro;
Jose Carlos dos Prazeres Silva, vulgo Cem ou Piranha, líder da quadrilha de narcotraficantes da localidade.

Comunidade de Acari – Evento: Acari Folia

Mateus Bento de Souza – Negão da BL;
Gerson Rezende Sampaio e Silva;
Alexsander Mesmer Fernandes, vulgo Formigão, líder da quadrilha de narcotraficantes da localidade.