Polícia Civil conclui inquérito sobre chacina de Campinas
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, o crime foi "premeditado e de caráter passional"

Depois de 25 dias, a Polícia Civil de Campinas (SP) concluiu o inquérito da chacina que tirou a vida de 12 pessoas da mesma família na noite de réveillon. No entanto, não foi descoberta a origem da arma usada por Sidnei Ramis de Araújo nas execuções.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, o crime foi “premeditado e de caráter passional”. O assassino matou o filho, a ex-mulher e outros 10 parentes dela.

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Sidnei Ramis de Araújo invadiu uma casa em Campinas antes da virada do ano e matou a ex-mulher, o filho de 8 anos e outras 10 pessoas, a maioria parentes da ex. Em seguida, ele se matou. Os dois brigavam na Justiça pela guarda do menino.
O crime foi registrado como homicídio qualificado seguido de suicídio. Segundo o boletim de ocorrência, Sidnei carregava 10 bombas caseiras. Não foi especificado se os explosivos estavam em uma mochila ou amarrados ao corpo dele.



