Polícia indicia seis pessoas pelo assassinato de João Alberto no Carrefour
Dois seguranças e a agente de fiscalização do supermercado já estavam presos. Inquérito foi concluído nesta sexta-feira
atualizado
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A Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS) indiciou seis pessoas no âmbito do inquérito que investiga a morte de João Alberto Silveira Freitas, assassinado no último dia 19 de novembro em frente a uma unidade do Carrefour, em Porto Alegre (RS).
Todas as seis pessoas foram indiciadas por homicídio triplamente qualificado. Três delas, os dois seguranças e uma funcionária do estabelecimento, já estão presas. A corporação apresentou o inquérito na manhã desta sexta-feira (11/12).
Homem negro é espancado e morto por seguranças do Carrefour —> https://t.co/otsnygIOkg pic.twitter.com/1qougjJb2J
— Metrópoles (@Metropoles) November 20, 2020
“Seis indiciados por homicídio triplamente qualificado, três pessoas que já eram de conhecimento da imprensa, e que já estão presas, e outras três, que no final do relatório, são apontadas”, disse a chefe da PCRS, Nadine Anflor.
Veja quem são os seis indiciados:
- Adriana Alves Dutra, fiscal do Carrefour;
- Paulo Francisco da Silva, funcionário da Vector;
- Rafael Rezende, funcionário do Carrefour;
- Kleiton Silva Santos, funcionário do Carrefour;
- Giovane Gaspar da Silva, ex-PM temporário; e
- Magno Braz Borges, segurança
Os seguranças Giovane Gaspar da Silva, 24 anos, e Magno Borges Braz, 30, que espancaram João Alberto, foram presos no dia do crime. Além deles, a agente de fiscalização do mercado Adriana Alves Dutra, 51, foi detida em 24 de novembro.
João Beto, como era conhecido pelos amigos, morava em uma comunidade na Vila Farrapos, zona norte de Porto Alegre. Ele deixou a esposa, a cuidadora de idosos Milena Borges Alves, 43. Ela assistiu à morte do marido de perto.
De acordo com necropsia feita pelos legistas do Departamento Médico Legal, a vítima foi morta por asfixia.





















