Polícia Federal vai usar drones para monitorar crimes eleitorais pelo país
A ação, que vai contar com 100 aeronaves remotamente pilotadas, abrangerá todo o território nacional

A Polícia Federal (PF) anunciou, nesta terça-feira (27/10), que usará drones para monitoramento de possíveis práticas de crimes eleitorais. A ação contará com 100 aeronaves remotamente pilotadas e abrangerá todo o território nacional.
Segundo a corporação, os drones vão sobrevoar as zonas eleitorais permitindo a fiscalização de potenciais compras de voto, boca de urna e transporte de eleitores.
Os aparatos estarão equipados com câmeras de alta resolução, com larga ampliação da imagem, para que seja possível identificar placas de veículos de suspeitos. A PF vai analisar as imagens e, diante de atividades suspeitas, deslocar policiais para o local.
É a primeira vez que a Polícia Federal utiliza, em uma eleição, monitoramento de crimes eleitorais por drones.
O objetivo do monitoramento remoto, de acordo com a corporação, é diminuir a presença física de agentes e o contato social com não envolvidos em situação criminosa, em função do risco de contágio pelo novo coronavírus.
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Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontam que o Brasil tem 147,9 milhões de eleitores aptos a votar – 2,66% a mais do que o registrado nas eleições de 2016. O perfil majoritário do eleitorado é de mulheres com idades entre 35 e 59 anos e ensino médico completo.
Vale lembrar que o primeiro turno das eleições será no dia 15 de novembro. Nos locais em que houver segundo turno, a data marcada é 29 de novembro.











