Latrocínio: suspeito de matar e carbonizar padre em MG é preso no Rio

Motivação, segundo a PCMG, seria uma possível dívida de drogas do irmão do suspeito com traficantes

atualizado 17/10/2020 22:59

Divulgação/ PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu, na noite de sexta-feira (16/10), o segundo suspeito de participar do assassinato do padre Adriano da Silva Barros, achado carbonizado em Manhumirim (MG), na quarta-feira (14/10).

O criminoso, que é irmão do homem de 22 anos preso em flagrante acusado de participar do latrocínio, foi encontrado na Central do Brasil, no Rio de Janeiro (RJ). Com ele, os agentes apreenderam o carro do religioso.

A corporação instaurou inquérito policial para apurar a morte do padre. As investigações apontam que o crime pode ter sido planejado dias antes. A motivação seria uma possível dívida de drogas do irmão do suspeito com traficantes.

“Ele é um conhecido traficante e estaria devendo uma quantia de drogas. Em razão desse prejuízo, teria vindo até Manhumirim para levantar o dinheiro. Foi quando tiveram a ideia de cometer o crime”, diz o delegado Gladson Ferreira.

O delegado da Polícia Civil mineira revela também que o padre foi morto na terça-feira (13/10) e que, no dia seguinte, um dos investigados, o primeiro a ser preso, teria ido ao local para colocar fogo no corpo da vítima.

“Na quarta, o conduzido tentou ocultar o corpo”, assinala. “Identificamos outra pessoa, que teria conhecimento do fato e fornecido o combustível. Agora estamos trabalhando para a sua devida qualificação”, complementa o delegado.

Durante os trabalhos realizados, a Polícia Civil de Minas Gerais informou que conseguiu localizar pertences do padre Adriano da Silva Barros, como documentos pessoais (CPF, carteira de plano de saúde, CNH) e cartões de crédito.

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