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Allana Brittes, de 18 anos, um dos alvos da polícia sob suspeita de envolvimento no assassinato do jogador de futebol Daniel Freitas, se comunicou via WhatsApp com a mãe e com a tia do atleta um dia após o crime. As mensagens fazem parte do inquérito responsável por apurar a morte do esportista. As informações foram divulgadas pelo site Uol.

Segundo a reportagem, Daniel e outras pessoas participaram na noite de sexta-feira (26) da festa de aniversário de Allana, em uma boate em Curitiba (PR). Na madrugada de sábado (27), o grupo seguiu para a residência da família Brittes em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana da capital curitibana.

De acordo com a polícia, Daniel foi espancado na casa de Alana e, em seguida, levado por Edison Brittes, pai da jovem, para um matagal onde foi encontrado sem vida. O Instituto Médico-Legal (IML), inicialmente, informou que a vítima morreu em decorrência de ferimento por arma branca. O órgão genital do jogador foi cortado.

Após ser questionada pela família onde estaria o atleta, Allana afirmou que não sabia dele. Além disso, segundo ros relatos dela, não houve briga em sua casa e o jogador teria ido embora sozinho, por volta das 8h da manhã de sábado. “Ele só deu tchau, levantou e foi embora”, diz a mensagem, conforme informou o Uol.

Allana Brittes, o pai dela Edison Júnior e a mãe Cristiana Brittes foram presos temporariamente. Edison confessou o crime e disse que matou Daniel porque ele tentou estuprar sua esposa. Contudo, todos são suspeitos de envolvimento no assassinato do jogador de futebol.