A Polícia Federal deve entrar, nesta terça-feira (23/04/19), com um pedido de adiamento do inquérito que investiga a facada levada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) durante ato de campanha eleitoral, em setembro de 2018.

A expectativa é que a polícia peça uma prorrogação de 90 dias. Segundo informações do portal G1, o prazo servirá para concluir as investigações a respeito das pessoas que tiveram contato com Adélio Silva, responsável pela facada, nos últimos anos. Entre elas, os federais estão atrás de familiares, colegas de trabalho e vizinhos do acusado.

Esse deve ser o último pedido de prorrogação do caso. Até o momento, o que se sabe do atentado é que Adélio agiu sozinho. Ele também foi filiado ao PSol até 2014.

Os advogados de Bolsonaro pedem para que o agressor passe por testes que avaliem a sanidade psicológica dele. Durante a investigação, os responsáveis pelo caso descobriram que Adélio trabalhou em 30 empregos com carteira assinada durante um período de cinco anos. Sabe-se que ele era conhecido como uma pessoa reclusa e isolada socialmente.